Login
Usuário:

Senha:

Lembrar-se



Esqueceu a senha?

Cadastre-se agora.
Menu Principal
Quem está no WAF
28 visitantes online (5 na seção: Prosas)

Usuários: 3
Visitantes: 25

MargaridaRibeiro, apsferreira, Poeta_Esquecido, mais...
Novos Membros
rhuan 09/09/2010
professor27 08/09/2010
gilberto 08/09/2010
erasmocool 08/09/2010
EmanuelBreu 07/09/2010
Valentina 07/09/2010
CRISANA 07/09/2010
cvenas 07/09/2010
sandracccoelho 06/09/2010
jessebarbosa28 06/09/2010
Calendário
Setembro 2010
Add event Submit event
S T Q Q S S D
    1 2 3 4 5
6 7 8 9 10 11 12
13 14 15 16 17 18 19
20 21 22 23 24 25 26
27 28 29 30      
Divulgue-nos
logo
Estatísticas do site
Procuram-se Escritores e Poetas : Concurso literário Ministério da Poesia. Publique o seu Livro!
Quer editar o seu livro? Quer editar os seus poemas? Quer editar a sua Poesia na nossa editora?
Prosa
Drama :  Não Há Tempo
 
Era uma bela tarde de verão. Anita imersa em seus pensamentos viajava sem destino, por si mesma. Sentada a beira-mar às águas cristalinas iam e vinham como se estivessem a acompanhar seus pensamentos. Delicadamente molhavam seus pés que imergiam por entre a fina areia branca. O sol preparava-se para retirar-se ofuscando um colorido rosa alaranjado num céu límpido, sem nuvens... Ouvia-se o barulho das cigarras que cantavam, anunciando que a noite se aproximava. Absorta a tudo, Anita apenas pensava...
Neste instante meio atordoada escuta seu nome ao longe...
- Anita! Anita! Onde está você, menina? Era “Bá” sua eterna guardiã. Uma morena franzina, magrinha, baixinha, quem tirava Anita de seu momento de êxtase.
- Sim, Bá, estou aqui, junto ao mar... Estou a pensar... O que você quer? Respondeu Anita, um tanto quanto irritada.
- Venha jantar, a comida já está servida, vai esfriar... Gritou a mulher, com razoável paciência.
Anita respirou profundamente, Não tinha vontade de retirar-se daquele lugar e de seus pensamentos. Lentamente começou a levantar-se, ainda sentiu a água morna banhar seus pés mais uma vez...
- Anita! Anita!
- Estou indo. Estou indo. Respondeu um tanto contrariada.
A mesa já estava posta e o cheiro da comida pairava no ar. Era uma comida simples: arroz, feijão, purê de batatas, peito de frango grelhado e uma bela salada de palmito. O aroma era convidativo e espalhava-se pelo ambiente confortável da sala de jantar. A casa era bem aconchegante. Por fora era pintada de verde bem claro com as janelas em branco, cortinas leves esvoaçavam com a brisa que entrava pela janela... Ficava bem a beira-mar e possuía um lindo portão todo branco, cheio de flores!
Anita foi se aproximando ainda calada, imersa em seus devaneios, passou pelo portão entreaberto e pelo jardim, mas não sentiu o aroma das flores e da refeição que a esperava. Era uma moça muito bonita, de pele tênue, cabelos longos, olhos cor de mel, nem gorda, nem magra, possuía um corpo bem torneado, seios bem definidos, parecia uma miragem com 16 anos de idade. A menina estava desabrochando em mulher. A face rosada pelo sol deixava-a ainda mais bela.
Bá foi logo perguntando:
- Anita, o que há? Você está triste? A mulher a conhecia como ninguém. Foi quem cuidou da menina desde que nasceu. Filha única de um casal famoso, sempre muito ocupado com os compromissos profissionais, confiou a Bá, não somente o papel de Mãe, Pai, Educadora, Cuidadora...mas, principalmente, a grande representante deles, junto a Anita. Marcos e Míriam eram pais amorosos, no entanto, um tanto ausentes da vida da filha. Por vezes Anita se via, desde criança, amparada e consolada por Bá, que na verdade, foi quem estava presente nas festas da escola, nas dores de dente e/ou ouvido, nas febres, nos filmes da TV, nos sorrisos, nos choros enfim... até no medo do escuro, era ela quem a socorria e protegia.
- Não. Estou apenas pensando. Respondeu a bela jovem.
- Estou pensando em meus pais. Sussurrou baixinho. A mulher não chegou a ouvir.
- Ora menina! Que tanto tem para pensar? É tão jovem, tão bonita, você precisa é passear, se divertir, namorar...
Anita apenas sorriu. Um sorriso discreto, com certo ar de desânimo. “Faltavam apenas 03 dias para o seu aniversário, pensou sozinha:” será que meus pais chegarão a tempo?”...
E pensou que mais uma vez, seus pais poderiam não estar presentes quando precisava deles. Gostava demais de Bá, mas, por mais que ela fosse extremamente carinhosa, não era os seus pais. Sentia-se só. Uma discreta lágrima rolou sobre suas maçãs rosadas...
A carinhosa senhora percebendo que o momento não era dos mais festivos foi logo dizendo:
- Sabe o que fiz para a sobremesa? Mousse de Chocolate com castanhas. Hummm. Aquela que você adora. Em vão, Bá tentava animar a jovem Anita que novamente esboçou um sorriso triste...
- Sua Mousse é imperdível! Vai adoçar a minha noite!
A incansável guardiã retirou-se para buscar a sobremesa e Anita olhou a sua volta. A bela sala onde estava, os quadros pendurados na parede, cada objeto de arte escolhido por seu pais, trazidos de diferentes lugares. Não lhe faltava nada. Do que estava se queixando?Tinha tudo, materialmente, falando que necessitava. Estudara nos melhores colégios, tinha o armário cheio de roupas, sapatos, bolsas e mimos que seus pais sempre lhe traziam. Tinha Bá que nunca lhe deixou que faltasse nada... Sabia que seus pais eram preocupados com sua educação, esmeravam-se para que nada lhe faltasse. Ah! Sim, seus pais! Mais uma viagem. Por que viajavam tanto? Por que não a levavam? Porque tinha que ficar sem eles? As perguntas fixamente adentravam em sua mente. Por que a presença de seus pais lhe fazia tanta falta, lhe causava tanta dor. Nunca havia conversado com eles sobre seus sentimentos. Nunca havia lhes dito o quanto os amava, o quanto eram importantes para ela, o quanto ela desejava a presença deles, o carinho, a conversa, o colo... Não ligava para o conforto material, sabia que era importante, mas trocaria tudo pelo tempo com seus pais. Um mal estar repentino inundou-a por inteiro, não sabia explicar o motivo.
- Olhe querida, esta mousse não está com uma cara maravilhosa? Está do jeito que você gosta. Dizia a mulher que chegava da cozinha com a sobremesa nas mãos.
Anita olha e novamente sorri... Confirma com os olhos as palavras da gentil senhora.
Neste instante, a campanhia da casa toca.. A jovem em disparada corre para atender, ávida de que fosse seus pais que a ouviram em pensamento...
- Boa Noite! Por gentileza gostaria de falar com a Srtª Anita Toerk. Disse o homem alto, pele morena, nem gordo nem magro, formalmente vestido.
- Sou eu mesma. Em que posso ajudá-lo?
- Srtª Anita, meu nome é João Medeiros. Trabalho na Polícia Federal, (já mostrando em mãos o documento). A Srtª é filha do SR, Marco Toerk e da Sra. Miriam Toerk, correto?
- Sim, sou eu... Respondeu Anita com a voz embargada e um enorme calafrio que lhe percorreu todo o corpo.
- Srtª ... houve um acidente com o carro de seus pais... O mesmo foi atingido por uma caminhão desgovernado. Fizemos todo o possível... Não houve tempo para que o homem terminasse suas palavras...
Anita atordoada, não conseguia concatenar as idéias, seu corpo parecia tremer inteiro, sua pele tornou-se esbranquiçada, seu olho arregalado e intensamente marejado de lágrimas que lhe escorriam pela face, levou as mãos aos olhos tentando contê-las, mas de nada adiantou. Bá, parada na porta, inerte olhava para a cena, sem saber o que o que fazer... A menina foi descendo até encontrar o chão, as lágrimas insistiam em rolar por sua face... Faltavam poucos dias para seu aniversário, estava ansiosa pela chegada de seus pais. Havia decidido conversar com eles sobre seus sentimentos, queria estar mais perto deles... Sua cabeça doía, não conseguia pensar. A mulher, sempre carinhosa tentou confortá-la com um abraço... Anita deu um suspiro profundo e abraçada a Bá, apenas disse : ELES SE FORAM. NÃO HÁ MAIS TEMPO...


Flavia Assaife
fassaife@hotmail.com
Todos os Direitos de Autoria Reservados.
Poesias Registradas na Biblioteca Nacional (EAD) - Escritório de Direitos Autorais - protegidas pela Lei 9.610 de 19/02/98.



Amigos, este é o meu primeiro conto. Aguardo os comentários.

Beijos
Autor
FlaviaAssaife
Autor FlaviaAssaife
textos deste autorMais textos
Rss do autorRss do autor
EstatísticasEstatísticas
 
Texto
Data 12/01/2010 21:01:51
Leituras 114
Favoritos 0
Enviar este texto a um amigoEnviar
Imprimir este textoImprimir
Salvar este texto como PDFCriar um pdf
 
Bookmarks
         
         
         
         
         
     
Recentes
Aversidades- Parte II (Baseado em fatos reais)
Adversidades _ Parte I (baseado em fatos reais)
Não Há Tempo
Aleatórios
Não Há Tempo
Aversidades- Parte II (Baseado em fatos reais)
Adversidades _ Parte I (baseado em fatos reais)
Os comentários são de propriedade de seus respectivos autores. Não somos responsáveis pelo seu conteúdo.
Enviado por Tópico
ÔNIX
Publicado: 12/01/2010 22:13  Atualizado: 12/01/2010 22:13
Moderador
Usuário desde: 26/03/2008
Localidade: http://terrasaltasdogranito.blogspot.com
Mensagens: 2731
 Re: Não Há Tempo
Ján tentei comentar e não ficou.

Não entendo o que e passa. Disse-te que gostei e que foi um bom início


O final foi fantástcio. Não houve tempo para falar o que devia ser falado, mas houve concerteza tempo para perdoar as ausências


bjs

Matilde D'Ônix
FlaviaAssaife
Publicado: 12/01/2010 22:25  Atualizado: 12/01/2010 22:25
Super participativo
Usuário desde: 04/07/2009
Localidade: Rio de Janeiro, Brasil
Mensagens: 4818
 Re: Não Há Tempo
Ônix,

Obrigada!
Já estou elaborando outros dois... Vamos ver se fica bom...

Beijos
marialds
Publicado: 12/01/2010 23:55  Atualizado: 12/01/2010 23:55
Super participativo
Usuário desde: 31/03/2009
Localidade: Rio Grande do Sul
Mensagens: 2057
 Re: Não Há Tempo
Quando tragédias ocorrem é que lembramos que não temos mais tempo.
Antes nada se fala, nada se diz, tudo fica como esta numa estática do tempo, a espera do mais tarde falo, esquece, amanhã eu digo.
Este é o relato que fazes para mim, linda a estória, com boa narrativa e susseção de atos precisos.
Parabens.
Mefistus
Publicado: 13/01/2010 14:39  Atualizado: 13/01/2010 14:39
Super participativo
Usuário desde: 07/03/2008
Localidade: Penafiel
Mensagens: 1870
 Re: Não Há Tempo
Clap,Clap, Clap

E que melodiosa estreia, sobre um tema comum a muitos de nós.
A importância do tempo. Podemos falar horas a fio com alguem, mas é só na perda desse ente querido, que achamos sempre que algo mais ficaria por dizer.

Um assombro o modo como a Anita chegou a essa conclusão. Verdade que sentia a dor, mas o que mais a feria, era a falta de uma ultima palavra.


Gostei...valeu a estreia...bem vinda ao mundo da prosa
FlaviaAssaife
Publicado: 13/01/2010 14:47  Atualizado: 13/01/2010 14:47
Super participativo
Usuário desde: 04/07/2009
Localidade: Rio de Janeiro, Brasil
Mensagens: 4818
 Re: Não Há Tempo
Marialds,

Suas palavras são verdadeiras e sábias. De fato é esta a mensagem. Não podemos deixar o tempo passar... Temos que fazer tudo que desejamos enquanto há tempo...

Obrigada pela leitura e pelo incentivo!

Bjs
FlaviaAssaife
Publicado: 13/01/2010 14:49  Atualizado: 13/01/2010 14:49
Super participativo
Usuário desde: 04/07/2009
Localidade: Rio de Janeiro, Brasil
Mensagens: 4818
 Re: Não Há Tempo
Mefistus,

Sem palavras! Você foi um grande incentivador! É uma grande alegria para mim que tenhas gostado!

Seguirei em frente!

Muito obrigada!
danyfilipa
Publicado: 13/01/2010 15:44  Atualizado: 13/01/2010 15:44
Moderador
Usuário desde: 30/09/2009
Localidade: Pombal
Mensagens: 4050
 Re: Não Há Tempo
Que conto emocionante!!
O 1º de muitos...espero!
Intenso, emocionante, envolvente...

A vida assim é...por muito que certos pais deem tudo aos filhos (bens materiais) falta sempre algo...no meu ver o mais importante..carinho, afecto, atenção...esta jovem, no fundo até compreendia a ausencia deles, mas muito lhe deixava triste...a esperança de tudo mudar, morreu, no dia da noticia do acidente fatal!..nao ha na verdade, mais tempo, mais nada a fazer!

Adorei ler, imenso , imenso mesmo!

Parabens

beijo
jopeman
Publicado: 13/01/2010 18:56  Atualizado: 13/01/2010 18:56
Moderador
Usuário desde: 04/01/2009
Localidade: Marinha Grande
Mensagens: 2705
 Re: Não Há Tempo
gostei bastante do conto, sobretudo da parte final onde o drama se enleva. Também apreciei mto o início pelas imagens que criaste.

bjs
lau_almeida
Publicado: 14/01/2010 22:17  Atualizado: 14/01/2010 22:17
Muito Participativo
Usuário desde: 05/10/2009
Localidade:
Mensagens: 461
 Re: Não Há Tempo
adorei! concordo em pleno com a danyfilipa, por vezes os pais dao tudo o que os filhos desejam, mas falta sempre o mais importante: os bens emocionais! quem somos nós sem amor e carinbho, ou talvez sem alguma educaçao?
Parabens!
beijinho*
lau_almeida
FlaviaAssaife
Publicado: 15/01/2010 00:45  Atualizado: 15/01/2010 00:45
Super participativo
Usuário desde: 04/07/2009
Localidade: Rio de Janeiro, Brasil
Mensagens: 4818
 Re: Não Há Tempo
Dany,

Tuas palavras me enchem de alegria e confiança para seguir adiante.

Muito obrigada!

Bjs
FlaviaAssaife
Publicado: 15/01/2010 00:46  Atualizado: 15/01/2010 00:46
Super participativo
Usuário desde: 04/07/2009
Localidade: Rio de Janeiro, Brasil
Mensagens: 4818
 Re: Não Há Tempo
Olá João,

Agradeço imensamente teus comentários que em muito me ajudam a seguir em frente com mais coragem.

Obrigada

BJ
Giraldoff
Publicado: 15/01/2010 00:47  Atualizado: 15/01/2010 00:59
Administrador
Usuário desde: 26/07/2008
Localidade: Porto
Mensagens: 9713
 Re: Não Há Tempop/flávia
Um intenso contraste entre a tua escrita doce e a dor profunda.

Gostei de te ver arriscar.

Venham mais.

Bjo.
FlaviaAssaife
Publicado: 15/01/2010 00:47  Atualizado: 15/01/2010 00:47
Super participativo
Usuário desde: 04/07/2009
Localidade: Rio de Janeiro, Brasil
Mensagens: 4818
 Re: Não Há Tempo
Olá lau_almeida,

Sim vocês tem absoluta razão e esta era de fato a intenção do conto.

Obrigada por-ler-me e incnetivar a seguir em frente.

Bjs
FlaviaAssaife
Publicado: 15/01/2010 00:49  Atualizado: 15/01/2010 00:49
Super participativo
Usuário desde: 04/07/2009
Localidade: Rio de Janeiro, Brasil
Mensagens: 4818
 Re: Não Há Tempop/flávia
Gi,

Que alegria! Vc veio ler! Obrigada por teu comentário e desafio!

Outros virão... Aguarde...

BJ
Librisscriptaest
Publicado: 15/01/2010 00:54  Atualizado: 15/01/2010 00:54
Ministra da Poesia 2010
Usuário desde: 09/12/2009
Localidade: Seixal
Mensagens: 1671
 Re: Não Há Tempo
Resolvi, ler ja, porque sei q os nossos primeiros "Bébés" nos causam sempre alguma inquietação e uma certa insegurança. O conto esta muito bem construido, desperta sentimentos diversos e intensos, é impossivel ficar alheio ao universo das tuas personagens, foram construídas com carinho e atenção e isso passa para o leitor! Adorei a bá, quase me consegui sentar no colinho bonacheirão dela, imaginei a doçura e a tristeza da Anita, tão jovem, mas com uma densidade q transparece e contagia o leitor, q logo se apaixona por ela!
Em suma adorei minha querida Flavia, jamais diria q é o teu primeiro conto, mas uma vez q é so te posso dizer:
Por favor escreve mais, tens um talento inato!!
Parabéns!!
Beijinho grande em ti
Inês
FlaviaAssaife
Publicado: 15/01/2010 17:14  Atualizado: 15/01/2010 17:14
Super participativo
Usuário desde: 04/07/2009
Localidade: Rio de Janeiro, Brasil
Mensagens: 4818
 Re: Não Há Tempo
Querida Inês,

Tuas palavras me enchem de alegria, força e coragem. És muito bondosa e agradeço-te imensamente.

Continuarei sim... Aguarde...

Bjs
meninadorio
Publicado: 18/01/2010 23:17  Atualizado: 18/01/2010 23:17
Super participativo
Usuário desde: 09/03/2008
Localidade: Rio de Janeiro - Brasil
Mensagens: 538
 Re: Não Há Tempo
Flávia, vou me repetir, mas é de uma profundidade e realismo imensos. Estamos tão envolvidos em nós mesmos e quando nos damos conta, não há mais tempo pra dizer ou fazer o que deviamos ter feito.

Beijinhos
cecilia
Publicado: 21/01/2010 21:45  Atualizado: 21/01/2010 21:45
Super participativo
Usuário desde: 28/10/2009
Localidade: Brasil
Mensagens: 1738
 Re: Não Há Tempo
Flavia,

Por entre a história contada passeei como se fosse um personagem, adorei ler-te em tom diferente.

Bjs
Cecilia Iacona
FlaviaAssaife
Publicado: 22/01/2010 13:38  Atualizado: 22/01/2010 13:38
Super participativo
Usuário desde: 04/07/2009
Localidade: Rio de Janeiro, Brasil
Mensagens: 4818
 Re: Não Há Tempo
Olá Verônica,

Que alegria receber tua visita e leitura!

Muito obrigada pelo comentário!

Bj
FlaviaAssaife
Publicado: 22/01/2010 13:40  Atualizado: 22/01/2010 13:40
Super participativo
Usuário desde: 04/07/2009
Localidade: Rio de Janeiro, Brasil
Mensagens: 4818
 Re: Não Há Tempo
Cecília,

Eu agradeço por ler, comentar e gostar.

Bj
IsabelPinto
Publicado: 06/02/2010 23:43  Atualizado: 06/02/2010 23:43
Moderador
Usuário desde: 02/05/2008
Localidade: Lisboa
Mensagens: 875
 Re: Não Há Tempo
Olá Flavia,
O tempo esvai-se por entre os dedos como a areia da praia e por vezes só damos valor às pessoas, que sentimos como nossas, quando elas partem e a dor é demais forte quando a partida se fixa no tempo sem uma despedida.

Gostei da tua prosa:)

Bjs
I
Tags Cloud
Patrocinador
Patrocinadores
Radio
o jogo
Leitor de Ebooks Gratuito
Adobe Digital Editions
Powered by WAF-PT Termos e Condições Regras do Site Convide um Amigo Recomende-nos