“Só terra, Branco de mim”

 

 

 

Lembrar-me de mim, quando não te posso esquecer;

Quando eu, és tu, fervendo até à exaustão;

Quando tu, em mim, mexes e vives o meu viver

Lembro de ti, malabarismo do meu coração

Que fosses a minha Pátria alada

Onde, para ti, disponho a palavra…

Só terra! 

Não há Pátria não há nada

Não há bandeira para devoção

Só terra!

Cor de ti ao longe içada

Branco de mim

Letras e coração.

***

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Domingo, Julio 10, 2011 - 00:07

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antonioduarte

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