Desequilíbrio

Desequilibrio

Existir pra labutar;
E tão só, o partilhar;
Que sacrifício de alarvo!

Dar tombos de derrear;
Permitir-se armadilhar;
São desventuras de parvo!

Por quem te tomas demente?
No teu sonho asselvajado;
Destratas tua parcela;

A existência vil te mente;
Voar por te seres vidrado;
Ainda a ves andar de vela!

A vida segue sombria!
Que apatia o teu torpor;
Noites de cal, claras frias;
 
Ao rair escurece o dia;
Isenta-te o sol de calor;
Gela a razão que sentias!

Define o sim sem senão!
O conflito fina a flor;
Desequilibra-te o astral;

O rancor vence a razão;
Se no lar sobrar a dor;
Vai de mal! pra muito mal!

Jorge Ferreira dos Santos

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Martes, Mayo 15, 2012 - 11:04

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