A cor dos sintomas

A cor dos sintomas

Submissos, buscam atenção
Entre a multidão descrente
Os olhos enrugados da nação,
Calando: Estamos aqui. A gente.

Olham uns para os outros
Invejando a cor da pulseira;
Que cor é esta à minha beira?
É amarela e a minha é verde.

Mas se eu quase morro e ele sorri
Porque sou eu que fico aqui?
O outro mira-lhe a cor, encolhe os ombros

E diz-lhe sorrindo: É a vida.
O velhote anui de alma ferida
Resignando-se à morte sua querida.

Marco Dias

Abraço

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Sábado, Julio 11, 2009 - 23:04

Poesia :

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marcodias

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Comentarios

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Re: A cor dos sintomas

Ok, nobre amigo!
Oportunamente posso retribuir, vosso eloquente elogio ao meu trabalho, todavia vejo que tbm ten s tudo haver, Sintomas é tbm de valiosa apreciação, envolve na realidade dos descompassos saltibancos arredios, kkkkk, ficas com Deus!

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Re: A cor dos sintomas

Um abraço para ti.

desculpa a minha presunção mas, por enquanto ainda não acredito no teu deus... procuro-o...

Abraço

Escreves bem,...

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Re: A cor dos sintomas

Muito bom!!!

:-)

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Re: A cor dos sintomas

Agradeço o teu comentário...
Sinto-te como alguém que quer bem... e para ti queres o suficiente?

Abraço do amigo

Marco

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