COMO FÊNIX
Na correnteza do sol que se apaga
E dores que jamais se apagam
No carrossel da vida
Que gira incessante
Sob o olhar do tempo que se decortina
Pelas estações nubladas
Repleta de comensais da noite
A nos flagrar a essêcia perturbadora dos horrores Quando se houvem os sinos
Anunciando a tempestade
Que a boca cala,
E o verbo se derrama e abre
Molhando a esperança ressequida
Para que brote novamente uma semente
No recomeço a apartir das cinzas.

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Viernes, Julio 17, 2009 - 22:23
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Comentarios
Re: COMO FÊNIX
Intenso...
:-)
Re: COMO FÊNIX