Destino
Destino, não sou tua senhora, não mando no que me reservas.
Não comando tuas ações, mal comando minhas horas.
Não domino o tempo, nem conheço toda a verdade.
Observo e prossigo, aproveito as oportunidades.
Serei diva, mito, deusa ou musa?
Me orgulho do que sou, uma mulher.
Este é o meu veredito, que executem a minha sentença,
e tirem suas próprias conclusões,
pois tudo não passa de um vapor, um sopro.
Tudo é transitório. Tudo é ilusão.
Destino, de nada sou senhora, não comando nem meu coração!
Me declaro culpada, confesso...
Como poeta, manipulo emoções.
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Lunes, Octubre 27, 2014 - 16:58
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