Sou um homem complicado…

Sou um homem complicado,
Pondo
De lado a saudade do que queria,
Escondo o que penso da abdicação
E o que quero é um santo remédio,
Que dê combate ao absurdo que sou
E queria para deixar de existir o que
Quero por encanto e enquanto falar
A saudade tão alto que não haja
Maneira de ouvir não pensar, se quero
O impossível que continuo a querer
Por teimosia e nao por bom senso
Ou a incapacidade de ter saudade de tudo,
Pois sinto saudade do sorriso, pondo
De lado a razão, com que não lido,luto…
Sou um homem complicado, ponto,
Como se não fosse a consciência alheia
Oscilante e variável por direito cível
E alienável a condição de fazedora
De espelhos e fantasma de laboratório
Queria para deixar de existir, o processo
De ser Deus trazido pra escrita,
Quem sabe a minha vinda depois de viver,
Explicando tão concreta porém abstracta, tinta…
Jorge Santos (03/09/2015)
http://namastibetpoems.blogspot.com
Submited by
Ministério da Poesia :
- Inicie sesión para enviar comentarios
- 3657 reads
Add comment
other contents of Joel
| Tema | Título | Respuestas | Lecturas |
Último envío |
Idioma | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Ministério da Poesia/Aforismo | não tarde | 0 | 9.632 | 11/19/2010 - 19:16 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/Aforismo | fecha-me a sete chaves | 0 | 7.926 | 11/19/2010 - 19:16 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/Aforismo | inventar | 0 | 11.517 | 11/19/2010 - 19:16 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/Dedicada | professas | 0 | 11.603 | 11/19/2010 - 19:13 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/Aforismo | amor sen'destino | 0 | 19.410 | 11/19/2010 - 19:13 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/Aforismo | andorinhão | 0 | 11.313 | 11/19/2010 - 19:13 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/Aforismo | sentir mais | 0 | 10.232 | 11/19/2010 - 19:13 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/Aforismo | palabras | 0 | 14.854 | 11/19/2010 - 19:13 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/Aforismo | A matilha | 0 | 13.155 | 11/19/2010 - 19:13 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/Aforismo | ao fim e ao cabo | 0 | 9.094 | 11/19/2010 - 19:13 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/Aforismo | o bosque encoberto | 0 | 10.751 | 11/19/2010 - 19:13 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/Aforismo | nem teu rubor quero | 0 | 9.310 | 11/19/2010 - 19:13 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/Aforismo | em nome d'Ele | 0 | 13.038 | 11/19/2010 - 19:13 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/Aforismo | Troia | 0 | 12.602 | 11/19/2010 - 19:13 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/Aforismo | desabafo | 0 | 14.423 | 11/19/2010 - 19:13 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/Aforismo | Inquilino | 0 | 18.215 | 11/19/2010 - 19:13 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/Aforismo | Pietra | 0 | 19.742 | 11/19/2010 - 19:13 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/Aforismo | não cesso | 0 | 13.246 | 11/19/2010 - 19:13 | Portuguese |






Comentarios
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
Como se não fosse a
Como se não fosse a consciência alheia
Oscilante e variável por direito cível
E alienável a condição de fazedora
De espelhos
Como se não fosse a
Como se não fosse a consciência alheia
Oscilante e variável por direito cível
E alienável a condição de fazedora
De espelhos
Como se não fosse a
Como se não fosse a consciência alheia
Oscilante e variável por direito cível
E alienável a condição de fazedora
De espelhos
Como se não fosse a
Como se não fosse a consciência alheia
Oscilante e variável por direito cível
E alienável a condição de fazedora
De espelhos
Quero por encanto e enquanto
Quero por encanto e enquanto falar
A saudade tão alto que não haja
Maneira de ouvir não pensar