O céu, das casas
As casas caem
Depois dos homens
Amontoam-se as memórias
No aterro contam-se histórias
A quem as saiba ouvir
As fisgas, os amores, as vitórias
Saudade nas pedras
Choros e sussurros.
Triste fim
De uma vida nada vã.
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Miércoles, Enero 20, 2010 - 23:40
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Comentarios
Re: O céu, das casas
Olá Conchinha,
Senti uma grande alegria com a leitura dos seus poemas,os quais me transportaram para o espaço imaginário e libertário de cada poema em qualidade, sensibilidade e transcedência.
Suzete Brainer.
Re: O céu, das casas
Forte e belo!
"Depois dos homens
Amontoam-se as memórias"
Cumprimentos,
Cláudia Martins
xoxo
site pessoal: www.claudia-martins.com
Re: O céu, das casas
Maravilhosa poesia
Tão simples e com tanto a ler...um deleite
gostei mto
abraço
Re: O céu, das casas
Conchinha,
Uma bela homenagem às vítimas da tragédia. Uma boa reflexão sobre a vulnerabilidade face ao que desconhecemos e não dominamos. Parabéns.
Re: O céu, das casas
devo dizer que o seu poema captou muito bem o drama terrivel a que assistimos. gostei!
Re: O céu, das casas
Conchinha,
O imenso drama sensível e tristemente cantado pelo poeta.
Afinal, nós poetas, somos também canta-dores, não é?
Um beijo. :-)
Re: O céu, das casas
LINDO POEMA, GOSTEI MUITO!
Meus parabéns,
Marne