A Jóia - Ato Terceiro - Cena VII

Cena VII

Carvalho, Sousa, escondidos, Valentina, O Joalheiro

O Joalheiro - Vim trazer

o seu recibo. Esperá-la

não pude, que o fazendeiro

estava aqui.

Valentina - Bem, dê cá.

(O Joalheiro dá-lhe o recibo, que ela lê.)

O Joalheiro - ‘Stá tudo conforme?

Valentina - Está!

(Tirando um maço de notas da bolsa e dando-lhas.)

Aqui tem o seu dinheiro.

O Joalheiro (Depois de contar as notas.)

- Dois contos. Está exato. (Guardando-as.)

Muito obrigado. - A menina

fez um negócio da china!

Por um preço tão barato

nunca brilhantes daqueles

ninguém possuiu!

Valentina - Lamento

que aquele tolo e avarento

não pagasse tudo.

O Joalheiro - E eles.

Os brilhantes? Já lhos deu.

o fazendeiro?

Valentina -Inda não;

mas não tarda aí.

Sousa (À parte.) - Ladrão!

O Joalheiro - Pois aproveite-o.

Carvalho (À parte.) - Judeu!

O Joalheiro (Apertando-lhe a mão como para retirar-se.)

- Se os brilhantes quer vender...

Valentina - Por quanto?

O Joalheiro - Por cinco contos...

Valentina (Pensando.) - Ganho três

O Joalheiro (Deixando de apertar-lhe a mão e batendo no bolso.)

- Já cá estão prontos;

se quiser, é só dizer...

Valentina (Pensando.) - Não é má idéia, não..

(Resoluta.) Vou consultar com Gustavo...

Espere um pouco...

(Sai pela direita, segundo plano.)

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Jueves, Abril 16, 2009 - 00:49

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ArturdeAzevedo

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