Fantasmas de Seda
Sonhos esquecidos,
guardados e perdidos,
como cartas velhas de amantes
numa caixa de sapatos.
Mortos queridos,
sem culpas, nem perdão,
que nos ensombram
horas vazias de solidão.
Velhos amigos,
tão perto e tão distantes.
Fantasmas ausentes
doutras vidas e romances.
Histórias sem fim
que a morte não saberá contar,
fábulas de seda
tecidas ao luar.
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Martes, Enero 5, 2010 - 00:00
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