Velando a noite Vazia

Não sei de mim...
No silencio;
Em antiga janela de lembranças,
...Teu presente!
O vaso de barro de gerânios Vermelhos,
Desconsolados desbotam suas petalas.

Sopro-lhe as flores,que beija-flor não beija.
Dobram os sinos da tarde!
Saudades em raios de purpura paixão!

Enquanto a noite não chega,
Entre as ramagens da janela.
Neste lânguido chorar;

Debruçada no parapeito,
Esperarei para velar a noite vazia

Anna Ribeiro

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Viernes, Abril 1, 2011 - 14:19

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