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Ao Sul, poema para duas imagens
Imagem 1
Dias em tons de ocre
A terra absorve o calor
E desponta em pedras
Casas brancas e olivais
Pegas, Popas, Chapins
Aguardam o entardecer
Onde sem mistérios
Matarão a sua sede
E saciarão a paisagem
Imagem 2
Afago-me no ar quente
Como nas searas
Papoilas bailarinas.
Sem solenidade
Só, como às vezes gosto
Em silêncio
Toco teus cabelos, Terra
Ao Sul, um encontro
O olhar atento do Sol
A cópula, o universo
A eternidade
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terça-feira, setembro 8, 2009 - 00:22
Poesia :
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Comentários
Re: Ao Sul, poema para duas imagens
Poema que se escreve por sí só em sintonia com o teu olhar atento. As imagens vão ao encontro de uma realidade muito tu. Um encontro inevitável
Lindíssimo o teu poema
Beijos
Dolores Marques
Re: Ao Sul, poema para duas imagens
A magia do sul, em poesia. Quente. Ardente.
A eternidade (da cópula sob o Sol...)
Belíssimas imagens.
Re: Ao Sul, poema para duas imagens
Faz-me transportar para o local do seu poema, vizualizar as paisagens e sentir a temperatura...
só me resta brindar a tua bela poesia :pint: :pint:
Re: Ao Sul, poema para duas imagens
Mestre Conchinha!
Lindo o meditar, envolto, apreciando a Natureza!
MarneDulinski
Re: Ao Sul, poema para duas imagens
"Só, como às vezes gosto
Em silêncio
Todo teus cabelos, Terra"
Transportei-me nestes versos ao silêncio fecundo em que comungo com a natureza!
Muito bonito!
Beijo.
Re: Ao Sul, poema para duas imagens
Gostaria de um dia conseguir penetrar na paisagem como consegues e extrair todo este prazer.
Muito grata pela fotografia poética salva em "minhas imagens" nos "meus documentos" mentais.
Grande abraço caro amigo poeta.