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Apneia da vida

Coloquei o coração entre mãos
Tomei folgo,
E desapareci em oceano vazio
De espaço, de gente…

Mergulhei de cabeça erguida
Ciente que um dia
Esse seria de despedida

Construi um castelo de areia
Que se desvaneceu
Com a primeira cheia…negligente

Remetida fiquei no canto
Esquálido
De tua fraqueza

Chorei, ensopei meus pés
Nos lençóis de cetim

E parti…

Frialdade

Assim, se chamava nosso reino
Despojado de ti
Fantasia de mim

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domingo, março 14, 2010 - 12:41

Poesia :

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IsabelPinto

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Comentários

imagem de nunomarques

Re: Apneia da vida

Linda e triste poesia.

Frialdade

Assim, se chamava nosso reino
Despojado de ti
Fantasia de mim

Gostei muito de ler

Abraço
Nuno

imagem de angelalugo

Re: Apneia da vida

Olá Isabel

Um belo poema...Parabéns!

Beijinhos no coração

imagem de analyra

Re: Apneia da vida

"Remetida fiquei no canto
Esquálido
De tua fraqueza"

Quantos reinos de aço e amor são perdidos pelo medo?
Quantos castelos de arei são erguidos pela ilusão?
Fraqueza, humana fraqueza. Pior doença que acomete o homem, embora não leve à morte, impede a vida real de nascer!

Lindo, gostei muito.

Bom ler-te.

imagem de Henrique

Re: Apneia da vida

Construí um castelo de areia
Que se desvaneceu
Com a primeira cheia…negligente...

Uma construção bem conhecida de todos!!!

Quem já não os construiu negligentemente?

:-)

imagem de Librisscriptaest

Re: Apneia da vida

"Construí um castelo de areia
Que se desvaneceu
Com a primeira cheia…"

Mas mesmo os castelos de areia, um dia foram castelos edificados... Abrigaram princesas, alimentaram sonhos de reinos distantes, esperaram príncipes destemidos... Nem as cheias, com as fúrias das águas conseguem lavar o rasto das historias q ficam, nas memorias q um dia beijaram as torres dos nossos castelos frágeis...
Beijinho em ti
Inês

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