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Contorcida melancolia

 

Tu podias ser poesia
      Mas és musica tocada numa triste melancolia

      Melodia sem movimento
Vento que sopra
                    Sem as folhas tocar

Movimento sem melodia
       Que levanta as folhas
                    Mas não se ouve
Rosmalhar
 

         Piano aonde os dedos
Não chegam
      Contorcem
Dando o som de um rochedo

 

   Melancólica melancolia
Triste
     Cor cinza no dia

Contorcida melancolia,
       onde tu,
              eras para ser     a  Poesia.

 

 

 


 

Submited by

terça-feira, julho 12, 2011 - 23:49

Poesia :

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MariaButterfly

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Comentários

imagem de Rui Lima

subtil forma de amar essa tua

subtil forma de amar essa tua eheheheheeh

 

muito bom... muito bem escrito... palavras, versos... até a colocação da posição do texto escolhida ao milimetro.

 

beijo,

Rui Lima

imagem de MariaButterfly

não sei bem se é uma forma de

não sei bem se é uma forma de amar,

talvez seja mais uma forma de ver ou estar.

 

obrigado pelas tuas palavras e presença.

imagem de SuzeteBrainer

Uma contorcida melancolia que

Uma contorcida melancolia que transformou-se em poesia e música. Se do cinza da tristeza que nasce no dia,palavras em cores que libertam em profunda beleza...

Gostei muito,muito.

Bjsmiley

imagem de MariaButterfly

obrigada,pelas tuas doces

obrigada,pelas tuas doces palavras

que eu gosto de aqui receber,

fico feliz que tenhas gostado!

 

Beijo

imagem de rainbowsky

  Olá Butterfly! :) Mundo

 

Olá Butterfly! :)

Mundo reluzente, planeta de dedos, cometa de braços pintados numa tela de letras, em verso submerso de melancolia. Uma triste melancolia despedaçando a cor da música. Orquestrada, apenas a volúpia de uma “melodia sem movimento”. Um apelo a que o coração já não chega. Corrompido que ficou o sopro, a língua falada não é a mesma atrás dos lábios que tocam as folhas de um corpo que já não tem “orvalho para fecundar silêncios precisos”.


Há um movimento que impera, que insiste com tempestuosidade em levantar folhas de “um jardim invadido pelas ervas daninhas que atacam o perfume e o pólen (sentimento) que o jardineiro não soube nem quis cuidar.


Assim, na outra face, há um dialecto sonoro, mas inaudível. No caminho que separa “ambos os versos que compõem a poesia que deveria ser completa (num final de tarde ao pôr-do-sol, com duas sombras ampliadas na respiração) ”, sobra apenas o rochedo. Talvez de um bloco de basalto: rocha ígnea (também denominadas de rochas magmáticas ou rochas eruptivas. Ígnea (ignis, em latim), significa fogo. Então nada mais certo, que a prevalência da cor cinza, da tristeza latejante.

A rocha transformada em lava:


- Com o aumento da temperatura, a poesia no auge… a que poderia ser…
- A diminuição da pressão, a poesia num novo fôlego… pronta para uma nova erupção.
- A mudança da composição, e aí… a contorcida melancolia onde um “piano” podia ser Poesia, onde dedos podiam ser como enxame de abelhas, voláteis, sempre prontas para abrir no rosto da música, uma melancolia que fosse apenas de saudade. Contorcida (controlada) com a presença.


Mas há quem não saiba que ser poeta é muito mais do que respirar. E que para se ser Poesia… é preciso saber tratar os versos com aquilo que merecem.
E mesmo uma rocha pode ter a música mais bela do mundo. Apenas temos de descobrir (para nós mesmos) quais as rochas que devemos contemplar, porque ao contrário do mar que não pode evitar que as suas ondas batam em todas as rochas, nós temos opção.


Desperdício é ouvir melodias que não importam, porque aquelas que nos fascinam nem sempre são aquelas que demos ouvir. Além do fascínio é preciso… SENTIR.


Ler-te é sempre uma viagem. Ler-te é encontrar-me em ti.


Beijo*

 

rainbowsky
 

imagem de MariaButterfly

Sentir mas sentir o

Sentir mas sentir o certo,nunca o sentimento é um mundo concreto.

Distante vão os dias em que as melodias eram pássaros a cantar,


Agora são poesias mudas caladas frias
Sem melodia.
Que nem os dedos conseguem tocar.


Ser poeta não o posso descrever (porque não sei se o sou)

Sou o que sou.

E as tuas palavras são lindas que fazem quase um rochedo cantar.

Dizes:

Ler-te é sempre uma viagem. Ler-te é encontrar-me em ti.

Talvez, porque a história te lembre passagens da tua vida.


Obrigado,do fundo do coração!

E pela tua presença, e carinho.

Beijo
 

imagem de LRaposo

Versos que flutuam numa

Versos que flutuam numa melancolia silenciosa, mas soprada. Gostei de ler. 

imagem de MariaButterfly

silênciosa mas com a sua

silênciosa mas com a sua própria voz.

Num sopro...(talvez)


Obrigada ,pelas tuas palavras que gostei muito,
E presença.

Beijo

 

imagem de Alcantra

Belas palavras minha

Belas palavras minha cara.

Abraços

Alcantra

imagem de MariaButterfly

fico contente que tenhas

fico contente que tenhas gostado,

e passado por aqui,

 

beijo

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