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FRONTEIRA 66

Carrego as pedras em tropeço
Calço as botas de couro de cascavel
Minha jaqueta leva a poeira desse mundo tão cruel

A minha calma é como a arma que se funde no trovão
Meu cigarro manda chumbo e gasolina para dentro do pulmão

Não tenho dono
E seu sorriso é como um cão!
Não tenho futuro
E o presente é pura ilusão!

Os meus olhos são as facas que atravessam meu ray-ban
Minha camisa tem cheiro das selvas do Vietnã
Nas minhas veias
Corre sangue fronteira 66
Minha pele é tatuada com raios de sol
De um dia que ainda não se fez

Não me considero um intelectual
Acontece que eu escolhi

Esse modo de vida um tanto quanto marginal
Minha postura continua letal
Não me trate como a um animal

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quarta-feira, agosto 21, 2013 - 14:02

Poesia :

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Daniel Kobra

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