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A multidão meio a pressa; o falsário
A multidão meio a pressa; o falsário,
-O andar, devagar- Observava a cada,
Como se o mundo lhe fosse um armário,
Lá ia ele, decidir como seria. Nada
O faria parar, assim ele vivia,
A ser por hoje o que ontem observara;
Se enganando, desprezando. Crescia,
Odiando com o sol o que com a lua amara.
Lá ia ele, sem cor, sem medo; pecado
Seria ser próprio, erro seria não mentir,
Mas lá ia ele, copiado, odiado.
Nata filosófica do que só entendia,
De si mesmo decidia quando partir
E com os olhos a chorar, sorriria.
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terça-feira, setembro 15, 2009 - 00:35
Poesia :
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Comentários
Re: A multidão meio a pressa; o falsário
Roberto,
"Nata filosófica do que só entendia,
De si mesmo decidia quando partir
E com os olhos a chorar, sorriria."
Penso que o falsário é exatamente assim... faz o que acredita e com a cara mais limpa manipula a si e aos outros..
Muito bom! ;-)
Re: A multidão meio a pressa; o falsário
RobertoDiniz!
A multidão meio a pressa; o falsário
Nata filosófica do que só entendia,
De si mesmo decidia quando partir
E com os olhos a chorar, sorriria.
Quase uma incógnita para mim, mas mesmo assim, gostei!
MarneDulinski