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Suspiro

Suspiro

Sopro de ar profundo,
leve como pena sem penar.
Brisa suave a despentear
a alma desarrumada,
desassossegada.
Mal estar
defunto
a enterrar.

Alívio
sentimento de paz de espírito
interregno em mistério
ainda por descobrir
no agora e no porvir.
Angústia no sentir.
Espera! Sossega!

Um ai inaudível
no ar denso de dias enevoados,
angustiados,
apertos de coração.
Espasmos, contração
músculos personificados
desejo de evasão.
Dor irascível!

Sensação
levitacional
de corpos a amar.
Suores apaixonados,
silêncios entrecortados
gemidos a esvoaçar.
Sentir irracional!

Suspiro, lançando ais.
Sorrio, bebendo lamentos.
Vivo, sentindo os momentos!

OF
07-06-12
http://portate-mal.blogspot.pt/

 

Submited by

sábado, junho 16, 2012 - 21:56

Poesia :

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Odete Ferreira

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Conteúdos:
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Comentários

imagem de Teresa Almeida

Um suspiro pode ser

Um suspiro pode ser desencadeado por um manancial de emoções - como válvula de escape.

E o teu poema leva-nos de gemido em gemido e desenmboca num sorriso.

ARTES POÉTICAS!

Bjuzz

imagem de Odete Ferreira

P/ Teresa Almeida (Suspiro)

Sempre grata pela tua presença e comentário, amiga Teresa.

Exato: procurei percorrer a significância de um suspiro... Com a minha visão, claro!

Bjo, sem suspiro :)

imagem de Henricabilio

tão somente um desfile de

tão somente um desfile de emoções tão
naturAis...

1 Abraç0o!

_Abilio

imagem de Odete Ferreira

P/Henricabilio

Obg, amigo Abílio, pela presença e apreciação.

Um bjio de carinho :)

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