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Nas últimas
De onde vêm
todos esses
passos
com essa
pressa?
Pra onde vai
tudo isso
preso
sem isso
solto?
Isso, que prende e solta,
que fica e amarga,
que apodrece e queima.
Não é isso que pensas ser.
Até que o derradeiro amante se foi num relâmpago.
E fincou-se na Terra, e sob a terra ficou.
Aqueles sonhos ficaram lá, debaixo da luz.
Aquele pranto contido não se manisfesta mais
nem incomoda mais tua tez desmilinguida.
E o canto que pássaros tinham já era de ensurdecer-se.
E as palavras polissílabas ainda queriam aparecer.
Mas...Nada adiantava suas palavras para si.
E nada mudaria em ter o dizer.
Ficaria igual passos para lugar algum.
Algum, onde houvera a quem manisfetar-se.
Parecia ser lá...Escondido.
Onde incoveniência não pertuba os corpos.
E pouco atrapalham o correr das raízes vívidas.
Pois, o tal amor se provara intocável.
Também era inteiro e metade...Sobrara o nada disso.
Por isso eu fujo, por isso morro...Me calo.
Restaram a mim esses versos tolos.
Essa mania de expor-me de acordo com o momento.
Cadê, momento?
E sem ter por quem seguir, não há por quê seguir.
Fico aqui...Aqui!
Peço que andem com cautela, para meu corpo não reclamar de maus jeitos.
Pois, eu não vejo quem eu queria, agora menos.
E aumenta assim o frio, a distância e sol se aproxima mais da Terra...O fim.
Armei meu esconderijo ao abrigo da luz....De nada adianta, o fim é para todos.
E minha fortaleza se desmorona,
e meu idílio se decompõe.
Meus domínios são invadidos.
As últimas sequências são: a vida sem vida, a vida morta e a morte.
Um mundo de mim só, sou só eu sem ninguém.
Atento a tudo... Todos...E tanto fiz por isto.
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