CONCURSOS:
Edite o seu Livro! A corpos editora edita todos os géneros literários. Clique aqui.
Quer editar o seu livro de Poesia? Clique aqui.
Procuram-se modelos para as nossas capas! Clique aqui.
Procuram-se atores e atrizes! Clique aqui.
Ser poema
Não vou depressa,
não vou devagar...
este poema regressa
Sem nunca se ausentar.
.
Vou em cada sílaba
alcançar a meta sem nunca a cortar,
porque um poema não tem fim,
e o fim da poesia nunca há-de chegar.
.
É nobre, é profundo e maduro,
árduo, frágil e temperamental,
sentido, claro, escuro...
doce, amargo com sabor a sal.
.
A noite corre, o dia estremece,
a veia delira, a pele sobressai...
num corpo toda o verso se tece
mas no vento nunca se vai.
.
O poema tem muitos e nadas
onde não há limite de velocidade,
as palavras são auto-estradas
do campo até à cidade.
.
Escrevo-te com luz agora
mas deixo-te em aberto...
para onde quer que vás embora
ficarás sempre por perto.
.
Este poema é de futuro
de presente e de passado,
e nunca haverá muro
que derrube este telhado!
.
Que a poesia é muito mais
que as palavras que escrevemos
são chamas sentimentais
onde todos nos vemos.
.
E quem não sabe o que sentir
o que falar, o que escrever...
Perca-se neste mundo que há-de vir
Onde tudo já anda a acontecer.
.
Ao amigo trapaçeiro
demos uma oportunidade
Se ele se tornar verdadeiro
que lhe dêem a liberdade.
.
Que o acto da inspiração
não é para compreender
onde o poema for coração
também a alma há-de ser.
.
A quem me lê
dê-me a voz para eu gritar
que ser poema de A a Z
é como dormir e acordar.
.
Do sonho à alegria,
da escuridão à claridade
Todo o poema é magia
Numa eterna saudade.
.
Escrevo-te neste instante
fermento do meu ser!
Poema és diamante,
que nunca há-de morrer!
.
No espelho tu és eu
e eu sou tu e somos vós,
todos os poetas como eu
todos diferentes como nós!
.
Dando o corpo em frenesim
o poema é um manifesto,
está dentro de mim,
e no mundo em cada gesto!
rainbowsky
Submited by
Ministério da Poesia :
- Se logue para poder enviar comentários
- 3468 leituras
Add comment
other contents of rainbowsky
| Tópico | Título | Respostas | Views |
Last Post |
Língua | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Poesia/Geral | Strange II - O combate e a dúvida final | 1 | 1.513 | 01/06/2011 - 18:26 | Português | |
| Culinária/Sopas | Sopa de peixe | 0 | 3.238 | 01/06/2011 - 16:32 | Português | |
| Culinária/Sopas | Sopa de espinafres | 0 | 3.927 | 01/06/2011 - 16:23 | Português | |
| Culinária/Entradas | Pastéis de bacalhau à portuguesa | 0 | 3.112 | 01/06/2011 - 16:21 | Português | |
| Culinária/Bolos | Bolo de Laranja | 0 | 3.284 | 01/06/2011 - 16:12 | Português | |
| Poesia/Tristeza | O corpo saqueado | 3 | 2.287 | 01/06/2011 - 13:33 | Português | |
| Poesia/Desilusão | Sem - Parte II | 0 | 1.528 | 01/06/2011 - 13:18 | Português | |
| Poesia/Desilusão | Sem - Parte I | 0 | 1.468 | 01/06/2011 - 13:17 | Português | |
| Poesia/Geral | Ses | 2 | 2.550 | 01/06/2011 - 00:45 | Português | |
| Poesia/Tristeza | Log off Turn off | 2 | 1.631 | 01/05/2011 - 22:43 | Português | |
| Poesia/Pensamentos | O viajante | 1 | 1.717 | 01/05/2011 - 22:39 | Português | |
| Poesia/Amor | Para quando? | 1 | 1.239 | 01/05/2011 - 22:28 | Português | |
| Poesia/Geral | Não vejo | 2 | 1.216 | 01/05/2011 - 19:51 | Português | |
| Culinária/Carne | Lasanha à bolonhesa | 0 | 4.215 | 01/05/2011 - 14:53 | Português | |
| Culinária/Peixes | Polvo à lagareiro | 0 | 2.464 | 01/05/2011 - 13:51 | Português | |
| Culinária/Sobremesas | Cheesecake de morangos | 0 | 3.110 | 01/05/2011 - 13:47 | Português | |
| Culinária/Bolos | Bolo de Ananás | 0 | 1.949 | 01/05/2011 - 13:45 | Português | |
| Poesia/Pensamentos | Desligo a televisão | 1 | 1.577 | 01/05/2011 - 05:11 | Português | |
| Poesia/Tristeza | As cidades respiram | 2 | 2.546 | 01/05/2011 - 05:04 | Português | |
| Poesia/Tristeza | Elas teimam em ficar | 0 | 1.813 | 01/04/2011 - 20:57 | Português | |
| Poesia/Tristeza | O último suspiro | 1 | 1.012 | 01/03/2011 - 20:55 | Português | |
| Culinária/Sobremesas | Doce de bolacha maria | 0 | 5.259 | 01/03/2011 - 20:12 | Português | |
| Poesia/Pensamentos | Em que caminho te encontrarei? | 0 | 1.473 | 01/03/2011 - 16:18 | Português | |
| Culinária/Bolos | Tarte de maçã | 0 | 1.649 | 01/03/2011 - 16:07 | Português | |
| Poesia/Tristeza | Fim sem fim | 1 | 1.289 | 01/03/2011 - 15:48 | Português |






Comentários
Ser poeta não é fácil. Será a
Ser poeta não é fácil. Será a alma que para aí nos empurra, ou a poesia que nos procura? Ainda hoje permaneço sem resposta, mas tu deste-me uma ajuda com este teu belo momento. Obrigado.
:)
"A noite corre, o dia estremece,
a veia delira, a pele sobressai...
num corpo todo o verso se tece"
Ser poema, ou a pena que o escreve?
Nunca é facil definir a poesia ou o q nos move a escrevê-la e reinventa-la tantas vezes, talvez seja a face oculta da nossa alma, ou talvez a unica face translucida da essência daquilo q somos!
Gostei de te reler, Rain, saudades de ti!
Beijinho em ti!
Inês
lindo poema!
Muito bem escrito, muito harmonioso, um poema muito bem conseguido,excelente,gostei muito!