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Um ciclo
Eu nasci para a poesia
tal qual o vapor dágua para a chuva
Na aridez ameaço cair
e quando o faço é em forma de gelo
Eu nasci para a poesia
e perpetuo minha espécie
numa dança chamada dor
Na parceria entre papel e caneta
sou platéia do calado amor
Nasci para a poesia
num silêncio em que magia
é a troca de calor
E a silhueta de quem amo
se descreve beijando outro
A chuva breve...
Desejo tanto
um amor solto
Mas sou mais que isso
Eu sou o ciclo
Elemento disso
Da admiração me vêem em riso
A inspiração sem aviso diz
que eu sou a chuva
vivaz para o deleite lido
Presa à face do íntimo
Eterna
baila com ritmo
Em formas belas
eu caio e fico
Nutro, subo e caio
Na força imprevisível
Nos corpos fixo
tão logo saio
Eu nasci para a poesia
e não aprendi a lidar com o raio
Conduzo
na certeza do erro
a corrente efêmera chamada desprezo
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