Na sensualidade do silêncio
As ruas brilham na escuridão dos teus olhos
Queimam-me nas mãos as lágrimas
Num amor que vive na orla do abismo
Visto-me de negro como o risco que traças
Nas palpebras impacientes e desenho-me
Numa mancha difusa de instintos
Espero que os cheiros se misturem
No vale desconhecido onde as cores
Permanecem na sensualidade do silêncio
Como duas tulipas agrestes, Afrodite
Carlos Val
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Viernes, Septiembre 23, 2011 - 01:20
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Comentarios
No silêncio do brilho De um
No silêncio do brilho
De um amor desconhecido
Na espera de uma entrega.
Gostei do teu poema, um amor sensual.
Beijo
Ora viva
Que bom encontra-lo por aqui e sempre com excelente poesia
abraço