FUNERAL

Mesmo a fé perde o rumo norte
E tomba diante de tanta frieza
Assim como a maior fortaleza
Não resiste a presença da morte

Certeza de quem nós somos fregueses
Só há um diz o livro haja visto
Que ressuscitou e se chama Cristo
Pois Lázaro morreu por duas vezes

O silêncio responde aos finais
Dos clamores que ante a morte eu escuto
Ou sermões a tentar dar o conforto

No derradeiro adeus dos funerais
Tantas vezes a me deixar de luto
Vou chorar enquanto eu não for o morto

Sérgio da Silva Teixeira
Bagé/RS.

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Sábado, Enero 13, 2018 - 21:04

Poesia :

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Sérgio Teixeira

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Comentarios

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FUNERAL

Sinto firmesa em cada verso que escreves. A sua poesia tem marcas próprias e gosto bastante de se ler sito:
"Certeza de quem nós somos fregueses
Só há um diz o livro haja visto
Que ressuscitou e se chama Cristo
Pois Lázaro morreu por duas vezes"

Um grande abraço

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AGRADECIMENTO

Obrigado pelo teu importante comentário amigo Mpiosso-ye-congo, um grande incentivo para que eu siga fazendo os meus versos.
Forte abraço.

Sérgio da Silva Teixeira
Bagé/RS

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