Pragana ao vento

Finalmente olhei-me atento.
O que vi além de pragana ao vento?
Esta réstia de vida
Que aos poucos se anima,
De longe avisa, nestes olhos tristonhos,
Inabitados por sonhos.

Mantive em ti minha visão presa,
Ego esquecido rompia-se aos poucos.
Estive tão empenhado em outros
E agora embutido em mim mesmo,
Navegando à esmo, estou à deriva do desespero

E se o pessimismo aflora
É por que um dia foi glória,
Me afastou do abismo,
Foi um sonho que acorda,
Num sopro forte implora

Que eu volte à vida.

Ronivon Soares Diniz

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Miércoles, Marzo 17, 2010 - 01:49

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