Até quando for ( fase dura de depressão)


Até quando for

Vou deixar seguir
Vida vai gritar nossos nomes, para talvez juntos abraçarmos,
Novos tempos, sem dores, sem sofrimentos

Vou deixar levar, até quando for...
Todo amor que tenho por você, e que não se acabe
Não tão cedo, nem tão tarde, vamos nos guardar em nossos corações...

Vou deixar seguir, até quando for...
Longe do medo de acordar novamente.
Vou agradecer imensamente as pessoas por viverem
Nessa minha fase dura de depressão

Não há quem seja, melhor ou pior!
Só os pensamentos nos mudam, somos diferentes apenas para agir, para pensar, mas nos fundo somos todos iguais...

Não vou deixar de respirar minhas escritas, para deixa-las aqui!
Vou chorar palavras até que entendam que no fim, não passará de histórias, fantasias e contos, superados por mim.

Minha seriedade pressupõe minhas tristezas, e a expresso num imenso vazio;
Meu silencio, minhas escritas, meus pensamentos.

Nem todos, gostariam de falar sobre a tristeza. Claro, obviamente por que cada um se identifica de uma maneira correta de se expor, sendo seguida também, por momentos: bons ou ruins.
Nós usamos as lembranças, os sentimentos, e as palavras para poder esclarecer nossas formas de pensar sobre devidos assuntos, superficiais ou não!
Normalmente é comum, falarmos sobre o amor, a vida em seu aspecto positivo, a natureza, as pessoas, e a nós mesmos uma vez ou outra.
O foco é a liberdade de se expressar, diante de um caos interno/ externo.
Através da expressão escrita, podemos superar este caos, que nos atormenta, ou apenas compreendê-lo melhor, e buscar de imediato uma solução.
Não é fácil, de forma alguma – não para mim – expor os sentimentos, detalhadamente, para que o leitor, consiga sentir e se possível se emocionar, e a mim ficar o texto em um bom aspecto.
Cada verso é uma experiência, duradoura ou não, porém que é marcada e com dificuldades imensas são transformadas em; textos, poemas, musicas e outros.
 

Não deve se dispersar da meta, do fundamento, da idéia e objetivo, do que realmente quer passar.
Torna-se engraçado por um lado, as vezes penso que somos atraídos pelos sentimentos dos outros, para falarmos deles.
Sentindo como um imã. Estamos tão ligados, que a explicação é complexa, mas ao ver o olhar desesperado em alguém, seu sofrimento, é como se nós o entendesse e assim, partir à escrever, inexplicavelmente, como se todo o sofrer dele, fosse o nosso.
Assim, chegamos a um equilíbrio satisfatório, pois aprendemos e ensinamos.
É sempre bom acolhermos conscientes, tais sentimentos para buscarmos certos tipos de entendimentos, em meio a vasta destruição, conhecemos a nós mesmos, e aos outros.

Thiago Augusto Salvador

Submited by

Miércoles, Enero 19, 2011 - 14:04
Sin votos aún

Thiago

Imagen de Thiago
Desconectado
Título: Membro
Last seen: Hace 14 años 46 semanas
Integró: 04/04/2010
Posts:
Points: 341

Add comment

Inicie sesión para enviar comentarios

other contents of Thiago

Tema Título Respuestas Lecturas Último envíoordenar por icono Idioma
Poesia/Archivo de textos Em Busca 0 1.543 02/05/2011 - 02:25 Portuguese
Poesia/Archivo de textos Parte de mim 0 1.387 01/28/2011 - 16:36 Portuguese
Poesia/Amor Quando me encontro sem você 0 1.334 01/21/2011 - 22:00 Portuguese
Poesia/Archivo de textos No momento 0 1.298 01/21/2011 - 21:29 Portuguese
Poesia/Archivo de textos Mendigando Sorriso 0 1.588 01/21/2011 - 16:35 Portuguese
Poesia/Archivo de textos Tristeza sob outros olhares: Parte I. 0 1.321 01/20/2011 - 15:34 Portuguese
Poesia/Archivo de textos Do que foi ontem - Versos de Insonia 0 1.636 01/20/2011 - 13:51 Portuguese
Poesia/Pensamientos Ameno 0 1.516 01/20/2011 - 00:21 Portuguese
Poesia/Desilusión Mais um Fim, para recomeçar 0 1.431 01/20/2011 - 00:15 Portuguese
Poesia/Meditación Sons Do Coração Dela 1 1.417 01/19/2011 - 19:42 Portuguese
Poesia/Archivo de textos Até quando for ( fase dura de depressão) 0 1.313 01/19/2011 - 14:04 Portuguese
Poesia/Archivo de textos As Margens Do Dia 0 1.284 01/18/2011 - 23:39 Portuguese
Poesia/Desilusión Um pouco mais de confusão, para sobreviver? 0 1.195 01/18/2011 - 22:14 Portuguese
Ministério da Poesia/Desilusión Ciclo Natural do Amor 0 2.524 01/18/2011 - 21:31 Portuguese
Ministério da Poesia/Tristeza Saudades 0 2.238 01/18/2011 - 20:52 Portuguese
Poesia/Archivo de textos Fantasias & Teatro II: Demônios De Minhas Manhãs 0 1.486 01/18/2011 - 20:02 Portuguese
Poesia/Archivo de textos La Vie Infini 0 1.477 01/18/2011 - 16:47 Portuguese
Poesia/Archivo de textos Ainda ontem; Conclusões 0 1.182 01/18/2011 - 15:03 Portuguese
Poesia/Archivo de textos Entre Deuses & Deusas 0 1.372 01/18/2011 - 14:22 Portuguese
Poesia/Archivo de textos Dramas Devaneios 0 1.399 01/18/2011 - 13:59 Portuguese
Poesia/Archivo de textos Tal timidez que me inspirou, falei de você. 0 1.167 01/18/2011 - 13:33 Portuguese
Poesia/Archivo de textos O meu teatro: Talvez, não sejamos tão lindos assim. 0 1.572 01/18/2011 - 12:21 Portuguese
Poesia/Archivo de textos Um pouco de cada um. 0 1.216 01/18/2011 - 12:03 Portuguese
Poesia/Archivo de textos Prefácio: O mundo e o louco 0 1.260 01/18/2011 - 11:39 Portuguese
Poesia/Archivo de textos O Porta Vozes: Texto para falar, do que um dia, fomos. 0 1.436 01/18/2011 - 11:35 Portuguese