CONCURSOS:
Edite o seu Livro! A corpos editora edita todos os géneros literários. Clique aqui.
Quer editar o seu livro de Poesia? Clique aqui.
Procuram-se modelos para as nossas capas! Clique aqui.
Procuram-se atores e atrizes! Clique aqui.
Desalento
O meu coração sente-se apavorado – treme
O meu coração sente-se aflito – implora
O meu coração sente-se dolorido – geme
O meu coração sente-se ferido – chora
O meu coração sente-se só – chama
O meu coração sente-se injustiçado – recrimina
O meu coração sente-se perdido – sufoca
O meu coração sente-se frustrado - desanima
O meu coração está desanimado – nada faz
apsferreira
Ao amor, que me ilumina a vida.
Submited by
quarta-feira, dezembro 23, 2009 - 23:13
Poesia :
- Se logue para poder enviar comentários
- 1764 leituras
Add comment
Se logue para poder enviar comentários
other contents of apsferreira
| Tópico | Título | Respostas | Views |
Last Post |
Língua | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Poesia/Dedicado | Ah, Este Meu Sonho... | 2 | 1.822 | 12/05/2011 - 11:03 | Português | |
| Poesia/Intervenção | Grita...! | 9 | 4.201 | 12/01/2011 - 21:41 | Português | |
| Poesia/Amor | Recalcos ... | 1 | 2.681 | 11/29/2011 - 13:47 | Português | |
| Culinária/Bolos | Bolo de côco | 1 | 2.908 | 11/27/2011 - 18:01 | Português | |
| Poesia/Paixão | Entrega | 1 | 1.986 | 11/27/2011 - 05:30 | Português | |
| Poesia/Meditação | A Paixão é... | 1 | 3.203 | 11/27/2011 - 05:26 | Português | |
| Poesia/Intervenção | Entre Abutres e Chacais | 10 | 3.377 | 11/19/2011 - 11:39 | Português | |
| Poesia/Dedicado | Ode às Minhas Musas | 1 | 2.740 | 11/17/2011 - 09:43 | Português | |
| Poesia/Paixão | Como hei-de eu cantar...? | 2 | 3.523 | 11/16/2011 - 14:40 | Português | |
| Poesia/Dedicado | O Teu Doce Amar | 3 | 3.472 | 11/14/2011 - 16:59 | Português | |
| Poesia/Paixão | Momento de Amor | 5 | 3.450 | 11/14/2011 - 01:28 | Português | |
| Poesia/Tristeza | E Ela Morreu à Míngua | 6 | 4.033 | 11/12/2011 - 02:55 | Português | |
| Poesia/Tristeza | Fatalidade | 6 | 4.145 | 11/05/2011 - 19:15 | Português | |
| Poesia/Aforismo | Disparar, p`ra Carago... | 4 | 3.460 | 11/01/2011 - 14:48 | Português | |
| Poesia/Tristeza | Saudade | 6 | 3.575 | 11/01/2011 - 08:11 | Português | |
| Poesia/Paixão | Paixão, Minha | 10 | 3.589 | 11/01/2011 - 06:24 | Português | |
| Poesia/Dedicado | Enquanto eu leio-te... | 2 | 3.229 | 10/21/2011 - 13:59 | Português | |
| Poesia/Amor | Todos os Lobos já haviam se calado | 1 | 3.429 | 10/17/2011 - 13:36 | Português | |
| Poesia/Dedicado | Não deixes-te ficar triste... | 2 | 4.432 | 10/06/2011 - 22:27 | Português | |
| Poesia/Tristeza | Desolação | 2 | 3.965 | 10/06/2011 - 20:19 | Português | |
| Poesia/Paixão | Iniquidade | 2 | 4.425 | 10/05/2011 - 20:06 | Português | |
| Poesia/Paixão | Eu Quero Sentir a Tua Paixão | 2 | 3.391 | 10/03/2011 - 19:28 | Português | |
| Poesia/Dedicado | Alma Branca | 2 | 2.255 | 10/03/2011 - 14:50 | Português | |
| Poesia/Tristeza | Melancolia | 0 | 3.555 | 09/28/2011 - 20:04 | Português | |
| Poesia/Amor | A Saudade que eu sinto, de Ti | 4 | 3.017 | 09/27/2011 - 22:29 | Português |






Comentários
Re: Desalento
Albano,
O meu coração alegra-se ao ler-te e perceber tanta sensibilidade traduzida em belos versos!
Re: Desalento
Gostei muito do poema que a Cecília aqui lhe deixou. Adoro Fernando Pessoa
Que o AMOR o ilumine sempre
Feliz Natal
Matilde D'Ônix
Re: Desalento
Parabéns pelo bonito e triste poema, face ao estado decadente do coração.
:-)
Re: Desalento
BELO POEMA, GOSTEI MUITO!
MAS TUDO PASSA, NADA COMO UMA PAUSA, UMA MEDITAÇÃO, E AS SITUAÇÕES VOLTAM A NORMALIDADE!
Meus parabéns,
Marne
Re: Desalento
Albano,
Uma poesia de Fernando Pessoa para te alegrar.
Sossega, coração! Não desesperes!
Talvez um dia, para além dos dias,
Encontres o que queres porque o queres.
Então, livre de falsas nostalgias,
Atingirás a perfeição dos seres.
Mas pobre sonho o que só quer não tê-lo!
Pobre esperança a de existir somente!
Como quem passa a mão pelo cabelo,
E em si mesmo se sente diferente,
Como faz mal ao sonho concebê-lo!
Sossega, coração! Dorme!
O sossego não quer razão nem causa.
Quer só a noite plácida e enorme.
A grande, universal, solene pausa.
Antes que tudo em tudo se transforme.
Lindo poema,
:-)