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EU SOU O PROBLEMA
(Coisas inanimadas
embora por nós amadas,
nunca deixarão de ser.
Pode esperar para ver,
se não há vida, por sorte,
não poderá haver morte).
Inanimada está a praça.
Não vejo ninguém passar.
Há um silencio de espera.
É um intervalo sem graça.
Eu não sinto pelo ar
os cheiros da primavera.
Aonde foi toda aquela gente,
que me sorria, que era amiga,
que sempre dizia: bom dia?
Encontro gente indiferente,
que anda com o ‘rei na barriga’
e que nem vem todo dia.
O que foi que aconteceu?
O banco de cimento está vazio,
sem o velhinho e seu jornal.
O meu sabiá emudeceu.
Pardais não dão nem um pio.
Há um silêncio abissal.
Então, reparei com calma
que era o meu modo de ser,
que tudo continuava perfeito.
O silencio era o da minha alma
a solidão era do meu viver,
minha angústia era o defeito.
J.Thamiel
Guarulhos, 04.08.2020
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