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Jamais iria imaginar
Jamais iria imaginar
Solidão...
Eu chorei para não te encontrar,
Em uma noite...
Fria.
Emoção...
Esquentava-me das geleiras da agonia.
Lágrimas...
Agora minhas amigas.
O terror já não me abalava,
Pois até o amor ria da minha cara!
Nem nos meus piores pesadelos
Eu iria imaginar...
Que o meu coração no deserto iria se abrigar...
Ambiente seco e só...
Frio...
E a solidão me abrigou lá...
Por sua culpa.
Nem nos meus piores pesadelos
Eu iria imaginar...
Mas a desilusão roubou a vontade de te amar...
E passo a passo o rancor...
Guiou-me para o mar,
De lagrimas amargas, de areia e sal.
Que cutucava a ferida
E a cicatriz que ardia e não fechava mais.
Nem nos meus piores pesadelos
Eu iria imaginar...
Que a solidão iria me apresentar
Suas amigar: dor e morte...
E nos confins do deserto...
Face a face...
Não pude agüentar...
Visitei o inferno e quase não sai de lá...
Nem nos meus piores pesadelos
Eu iria imaginar...
Que sobreviveria...
Que voltaria a amar.
Mas a esperança me resgatou do poço...
E lutou com a agonia,
Espada da morte, para me salvar!
Agora sonhos...
Acho que voltei a amar...
Nem nos meus piores pesadelos iria imaginar...
Que visitaria o inferno...
Que um dia meu coração iria despedaçar...
Jamais eu iria imaginar...
Que depois da dor a solidão iria me apresentar...
Mais uma vez o amor... E a felicidade me abraçar!
Jamais iria...
Imaginar...
Feito no dia: 14/06/2010 - 00h07min.
A. Alawara Chavéz
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Comentários
Jamais iria imaginar
Lindo e maravilhoso poema, embora triste!
Mas a tristeza sempre é passageira, depende de nossos pensamentos!
Meus parabéns,
Marne
obrigada querido^^ Vejo que
obrigada querido^^
Vejo que és meu comentarista assiduo. rsrs