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Não podemos fechar os olhos
Nas teias sombrias da sociedade,
Onde a violência se esconde com ferocidade,
Mulheres, crianças e idosos sofrem em silêncio,
Um grito de alerta, um clamor itenso.
Mulheres fortes, guerreiras destemidas,
São agredidas em seus corpos e suas vidas,
Presas no ciclo cruel da violência,
Precisamos romper com essa triste existência.
Crianças inocentes, puras e vulneráveis,
Alvo de abusos terríveis e inimagináveis,
Seus sorrisos são apagados pela dor,
É urgente protegê-las, sem hesitação, com amor.
Idosos, sábios guardiões da nossa história,
Merecem respeito e dignidade em suas memórias,
Mas são maltratados, abandonados e esquecidos,
Nossos anciãos merecem amor, cuidado e abrigo.
Um alerta soa alto, ecoando na escuridão,
Não podemos fechar os olhos, ignorar a opressão,
É nossa responsabilidade, juntos, lutar,
Construir um mundo onde a violência não possa mais reinar.
Ergamos nossas vozes, unidos em coragem,
Exigindo justiça, igualdade e uma nova imagem,
Que cada ato violento seja combatido e punido,
Para que a paz e o amor sejam sempre revividos.
Que nossas ações sejam um abraço apertado,
Um refúgio seguro para os que estão desamparados,
Que a empatia floresça em cada coração,
E a violência seja erradicada, de toda nação.
Que a sociedade se transforme, se reconstrua,
Onde o respeito e o amor sejam a única rua,
Um mundo onde a violência seja apenas lembrança,
E a paz e a harmonia renasça em cada criança.
Poema: Odair José, Poeta Cacerense
www.odairpoetacacerense.blogspot.com
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