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Poema de um suicida
Vida, o que presta?
Uniram forças e não há mais brechas,
É extremo é intenso,
Por todos os lados,
Mechas.
Vida, o que presta?
Às vezes não se dá espaço para quem a gente confia,
Somos arrastados,
Adotados na marra
Por quem chantageia
Oh vida, até agora transado, sem moda!
E se eu não tiver e faltar para alguém?
Sinto muito, mais ela em mim...
Está a dormir bem!
Já destrinchamos as alternativas,
Se voltarmos, será pior
Não teremos razão
Nossas mancadas
Não nos dará amor
As pedras dos sapatos tornaram-se gigantes
&
Maiores do que eu.
Não há saco que aguente...
Haja mente!
Uma fatia que sozinho
Não se come,
Mas adivinhe só...
Trarei comigo mais homens!
Oh vida, até agora transado, sem moda!
E se eu não tiver e faltar para alguém?
Sinto muito, mais ela em mim...
Está a dormir bem!
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Comentários
Re: Poema de um suicida
GilGil,
Tema forte e complexo. No meu modo de pensar, cada um de nós da aos problemas e as alegrias o tamanho que os enxergamos e sentimos...De fato há circunstâncias muito difícies de serem superadas e vividas...mas tirar a vida não é a solução, talvez se torne um problema ainda maior.
Com todo o meu respeito. :-)
Re: Poema de um suicida
Começas em grande :-)
Mto boa poesia
Bem-vindo
Abraço
Re: Poema de um suicida
GilGil,
Tema estranho, forte porém, interessante.A vida às vezes passa a ser insuportável. "O pensamento de suícidio ajuda os grandes pensadores a atravessar a noite ácida".
Forte poesia!
Abraços!
Alcantra
Re: Poema de um suicida
As pedras dos sapatos tornaram-se gigantes
&
Maiores do que eu.
Uma fatia que com certeza, sozinho, não se come. Obrigada por compartilhar tão belos versos! E é possível, além do mais, sentir uma certa musicalidade em suas palavras.
Abraços!
Anita