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Ratos de esgoto
Quem é você para ditar regras
Dizer o que está certo ou não?
Podes até ser que escrevas bem
Que seja culto, erudito, intelectual
Que importa isso?
Quem pode escrever a história verdadeira
A lembrança do que não foi
Ou dizer que o certo está errado
Se, na minha cabeça, não existe essa diferença
E, as palavras são minhas
E as escrevo como quero
E pouco importa se gostas ou não
Porque a intenção nunca foi agradar-te
Na verdade, não faz diferença
Não é por isso que deixarei de escrever
Escrevo porque gosto
E quando quero
Sobre tudo que existe
E não posso deixar-me ser rotulado
Por quem não sabe nada da minha vida.
Ratos de esgoto
Nunca chegarão a superfície
Nunca serão vistos
Nem mesmos serão creditados
E a vida continua
Porque assim deve ser
E aqui está mais uma escrita
Suave e delicada como deve ser.
Poema: Odair José, Poeta Cacerense
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