CONCURSOS:
Edite o seu Livro! A corpos editora edita todos os géneros literários. Clique aqui.
Quer editar o seu livro de Poesia? Clique aqui.
Procuram-se modelos para as nossas capas! Clique aqui.
Procuram-se atores e atrizes! Clique aqui.
Renova-se o mundo nas tardes do meu olhar
?
Caídas no chão, morrem folhas que o vento vai levando
E cada vez que o vento sopra e as leva para longe
Renova-se o mundo nas tardes do meu olhar
O velho transforma-se em novo
Levanta-se em frente aos meus olhos habituados
No ocaso dos dias, uma eternidade de cor e sentidos
Antes que tudo se torne velho de novo
Quando as folhas caírem novamente no chão
Secas e velhas como pedaços sépias de ontem
Haverá sempre um Outono depois de um Verão
Como ciclo aceite na natureza de tudo
Com um vento lúcido que sopre, que as leve para longe
E devolva sentido ao mundo, a estas tardes do meu olhar.
Submited by
Poesia :
- Se logue para poder enviar comentários
- 1648 leituras
Add comment
other contents of loftspell
| Tópico | Título | Respostas | Views |
Last Post |
Língua | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Poesia/Geral | Podia chover à tua porta | 0 | 703 | 06/28/2011 - 09:43 | Português | |
| Poesia/Geral | Incisão a preto e branco. Diria, um dia não. | 1 | 887 | 06/26/2011 - 15:39 | Português | |
| Poesia/Dedicado | São os meus olhos amor, sombras do teu corpo | 1 | 732 | 06/14/2011 - 17:19 | Português | |
| Poesia/Geral | Esta esculpida vertigem | 1 | 828 | 05/25/2011 - 23:53 | Português | |
| Poesia/Geral | A dor vestirá outras lágrimas | 1 | 796 | 05/18/2011 - 17:09 | Português | |
| Poesia/Geral | Quando o manto de horas negras cobre a luz | 2 | 974 | 05/15/2011 - 03:33 | Português | |
| Poesia/Geral | Cai o conforto desta mágoa ao fim da tarde | 1 | 1.048 | 05/09/2011 - 21:22 | Português | |
| Poesia/Geral | Às portas do templo abate-se a névoa | 2 | 996 | 04/30/2011 - 02:13 | Português | |
| Poesia/Geral | Cabem no meu corpo todos os rios do mundo | 2 | 1.002 | 04/27/2011 - 16:54 | Português | |
| Poesia/Dedicado | Espera por mim, no final do caminho onde se refazem os laços | 1 | 1.007 | 04/27/2011 - 16:30 | Português | |
| Poesia/Geral | o último vento das manhãs de Outono | 3 | 1.360 | 04/27/2011 - 16:01 | Português | |
| Poesia/Geral | Breves bolas de sabão | 4 | 1.034 | 04/22/2011 - 11:07 | Português | |
| Poesia/Geral | Iludindo o tempo já passado na insónia | 2 | 713 | 04/08/2011 - 23:30 | Português | |
| Poesia/Geral | Fomos a letra de um fado | 1 | 911 | 03/29/2011 - 02:00 | Português | |
| Poesia/Geral | No estalar da madeira, na chuva deste Inverno | 3 | 1.269 | 03/26/2011 - 17:52 | Português | |
| Poesia/Geral | Copos vazios | 0 | 893 | 03/20/2011 - 11:25 | Português | |
| Poesia/Geral | Não prometas poesia | 0 | 780 | 03/16/2011 - 22:17 | Português |






Comentários
A sua bela poesia começa a
A sua bela poesia começa a partir do seus títulos. Que belos títulos poéticos que me fascinam. E seu olhar, poeta, claro que é magnífico, assim como esse poema nascido e sentido por ele, proporcionando a nós o mesmo olhar refletido.
Obrigada por compartilhar esse tão belo poema!!
Abraço