CONCURSOS:
Edite o seu Livro! A corpos editora edita todos os géneros literários. Clique aqui.
Quer editar o seu livro de Poesia? Clique aqui.
Procuram-se modelos para as nossas capas! Clique aqui.
Procuram-se atores e atrizes! Clique aqui.
Vai-te Lingua canalha
Serpente envenenada
na minha boca tragada
Livro-te de tal veneno
Imune a ti, desde pequeno
Alma vil e logo deletada
em minha mente projectada
não regresesde mansinho
és por mim, logo calada
Prazer doce e destemido
estares por mim reprimido
Sem calor ou destino
Como capela sem sino
Vai-te, lingua canalha
Que a minha alma tem muralha
Sou assim imune a escumalha
Te espero com minha navalha
Porque raio só sabes mal falar
de quem tudo te quer dar
Porqueinsistes em difamar
quem não está para te aturar
ès pobre e pequena
Nem torpe, nem serena
Alcoviteira e rameira
Odeio-te e de que maneira!
Submited by
Poesia :
- Se logue para poder enviar comentários
- 1681 leituras
Add comment
other contents of Mefistus
| Tópico | Título | Respostas | Views |
Last Post |
Língua | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Poesia/Amor | Saber A Mar! | 4 | 5.033 | 02/19/2019 - 16:26 | Português | |
| Prosas/Contos | Desculpa Se Sou Puta -Parte 1 - Capítulo 3 | 0 | 4.425 | 02/07/2015 - 11:18 | Português | |
| Prosas/Contos | Desculpa Se Sou Puta -Parte 1 - Capítulo 2 | 0 | 5.592 | 02/07/2015 - 11:11 | Português | |
| Prosas/Contos | Desculpa Se Sou Puta - Parte 1 - Capítulo 1 - | 0 | 8.408 | 02/07/2015 - 11:07 | Português | |
| Prosas/Contos | Desculpa se sou Puta! - Introdução | 0 | 5.683 | 02/07/2015 - 11:03 | Português | |
| Prosas/Contos | Desculpa se sou Puta! - Introdução | 0 | 3.967 | 02/07/2015 - 11:00 | Português | |
| Poesia/Amor | Saber A Mar! | 0 | 0 | 07/09/2012 - 15:31 | Português | |
| Poesia/Amor | Saber A Mar! | 0 | 5.421 | 07/09/2012 - 15:30 | Português | |
| Poesia/Aforismo | Cativa Saliva na boca triste | 0 | 6.881 | 06/04/2012 - 13:52 | Português | |
| Poesia/Meditação | Haveria Sempre Poesia, Nas horas loucas de maresia | 2 | 7.257 | 04/21/2012 - 05:56 | Português | |
| Poesia/Desilusão | Melancolia | 0 | 4.846 | 11/04/2011 - 12:11 | Português | |
| Poesia/Pensamentos | Para onde vou ó dor! | 0 | 3.918 | 11/04/2011 - 11:42 | Português | |
| Poesia/Meditação | Trova a dois Terços! | 0 | 5.142 | 11/04/2011 - 11:34 | Português | |
| Poesia/Intervenção | Ó Chefe dá-me um emprego! | 1 | 9.351 | 10/25/2011 - 10:30 | Português | |
| Poesia/Dedicado | Em amêndoas Tragado | 3 | 4.745 | 10/24/2011 - 10:15 | Português | |
| Poesia/Intervenção | Uma breve nostalgia! | 0 | 5.230 | 10/24/2011 - 10:06 | Português | |
| Poesia/Meditação | No pio da Perdiz | 0 | 5.161 | 10/24/2011 - 09:58 | Português | |
| Poesia/Fantasia | Baila Marisa Baila! | 3 | 5.492 | 09/01/2011 - 11:17 | Português | |
| Prosas/Terror | Diablo- Capitulo 4 (parte 4/4) | 0 | 4.616 | 04/09/2011 - 01:02 | Português | |
| Prosas/Terror | Diablo - Capitulo 4 ( parte 3/4) | 0 | 5.148 | 04/09/2011 - 00:59 | Português | |
| Prosas/Terror | Diablo - Capitulo 4 ( parte 2/4) | 0 | 5.690 | 04/09/2011 - 00:56 | Português | |
| Prosas/Terror | Diablo Capitulo 4 (Parte 1/4). | 0 | 5.702 | 04/09/2011 - 00:49 | Português | |
| Prosas/Terror | Diablo Capitulo 3 (Parte 3/3) | 0 | 6.050 | 04/09/2011 - 00:46 | Português | |
| Poesia/Meditação | Dançarina de saia Púpura | 2 | 6.097 | 04/07/2011 - 23:35 | Português | |
| Poesia/Meditação | Como um corpo suspenso em cordas de linho | 1 | 6.345 | 02/27/2011 - 20:51 | Português |






Comentários
Re: Vai-te Lingua canalha
Mefistus,
Como eu digo,escrever é terapêutico...aqui colocamos muitas vezes o que não dizemos e o que fica sempre por dizer..."odeio-te e de que maneira"...
Muito bom, doce (um bocadinho azedo... ;-) só por hoje, neste poema)poeta do norte...
1 beijo enorme...
Re: Vai-te Lingua canalha
Apesar dos poemas, não consigo ver-te zangado. Gosto da forma como falas de coisas sérias, como este tema que nos trazes...
bjs
Matilde D'Ônix
Re: Vai-te Lingua canalha
Olá,
Parabéns pelo lindo poema.
Adorei o furdunço! rsrsrs...
Um abraço,
REF
Re: Vai-te Lingua canalha
A chuva fustiga a alma mendiga
brageira leva, eleva teu canto na feira
se não cantas brageira arrebentas a tua eira
Oh canta, canta teu sol poente
canta no campo, canta na cidade
canta teu manjar, alivia a tua cegueira
replecta infelicidade
alivia a tua fornalha
"vai-te língua canalha"
e onde é que não há uma lingua de trapos, cujos pratos é seu manjar, a vida alheia.
Estou furiosa só de me lembrar de gente linguaruda.
Fantástico o teu poema :-)
Re: Vai-te Lingua canalha
Porque raio só sabes mal falar
de quem tudo te quer dar
Porqueinsistes em difamar
quem não está para te aturar
Nada pior do que a lingua que não sabe ser bem utilizada, seu poema traduz bem o que todos pensamos mas poucos falamos. Cala-te se for para o mal e cantes se for com sabedoria.
Adorei
Re: Vai-te Lingua canalha
LINDO POEMA!
POETA, LAMENTO TEREM ATIVADO TUAS EMOÇÕES DESSA MANEIRA!