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Imensidão
Imensidão
Não corras!... Não te percas... Espera o início do mar em chamas...
As ondas em espuma, por entre os meus dedos azuis... Circulam a face do sal... Na distância que a vida conduz...
Nas correntes dos alados beijos... Do branco eterno relato aprendiz... São os verdes que vejo... Dos alpendres levados ao céu.
Um lugar tão meu, que reconheço... Nas escadas que rondam meus pés...Um instante vivido em futuro... Não há um tablado mais seguro...
Nas linhas do toldo abrigo, a viagem que trago comigo... Nas encostas das tuas mãos em meus ombros, do singular toque da vida em minha alma... Está frio... O enlace aquece-me... Febril.
Ouvi sinos, ontem, em meus ouvidos... Ouço as palavras em eco, em meu peito... São os caminhos ditados pelo vento... Certeiro, esculpido!
Nas veredas da chuva fina que cai... Encontro os corpos de singular aparência... Passam, circulam na imensidão das ruas finas... Cabrestos do singular gado, apetrechos de um discurso falho... Todos iguais...
Em minha face, deitam as sílabas, então...No dia em que as luzes deitam tão tarde... Estão os sons em melodia-face... Um correr pelas encostas da tua boca, pegando às palmas, os risos que pulam do canto aos meus olhos petrificados...
Ah! O dia amanheceu chuvoso... Chuva é brisa para os meus pensamentos...
E os passos, na lentidão da noite, preguiçosos em chegar tão perto... Ainda assim, são bússola certa, sem pólo contrário... O destino corre às folhas do outono, no meu lugar solidão... Elas dançam por entre a mata fechada, no circuito da solidão...
Não há... Não há... Não há!
Mas, existe!
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Comentários
Re: Imensidão
Imagino esse lugar solidão e as folhas melodiosamente aspergindo o ar para crescerem pétalas ou sílabas. Beijos, Nadia!