Poesia convulsionada

Melhoras a Adriely Costa

O quanto não importa nunca será o bastante
Ser inteligente se és um ignorante,
Se se deixas tomar por um pavor convulso:
Não adiantará tremer, virar o olhar, calar,
Tentar esquecer, nem começar a chorar
Ou a exorcizá-la a prendê-la pelos pulsos...
08 de novembro de 2012 – 21h 38min
João Pessoa  -  Paraíba  -  Brasil

Adolfo J. de Lima

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Viernes, Noviembre 9, 2012 - 12:41

Poesia :

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Adolfo

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Olá Adolfo! Estou lendo aos

Olá Adolfo! Estou lendo aos poucos seus poemas e como não conheço seu estilo vou lendo aqueles cujo título me desperta curiosidade. Gostei desse título porque dá ideia de que a poesia/inspiração provocam "convulsão" no poeta. Imaginei o corpo se debatendo com as ideias, aquele tremor que não se controla. Acredito que a arte mais pura e bela nasça assim, do descontrole dos instintos, do próprio eu.
Só tentaria desenvolver mais o conteúdo, acredito que pela ideia, pelo mote, daria para explorar bem mais o que você se propôs a criar.
Abraço.

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Talvez desse, de fato...

Talvez desse, de fato... Então eu haveria de escrever outro poema (se bem que a princípio a ideia era escrever mais um soneto). O título, além de ter sido pelo o que me inspirou a escrever isto, também foi pela sucessão de verbos a esmo, manifestação de minha fluência apesar da forte metrificação de meus versos, a partir do quarto verso, após os dois pontos: geralmente as pessoas se comportam assim diante de uma pessoa que convulsiona, feito assim se comportaram no caso de Adrielly, colega minha da classe ao lado. E, além do pavor delas diante do ocorrido, uma pessoa que apareceu por lá quase piora tudo quando na verdade serve a fim de amenizar ou neutralizar ocorridos do tipo: um caso de incompetência que não merece ser discutido... A intensão do poema talvez fosse mais servir de conselho, sugestão, intervenção, ou de que mais chamarem ou quiserem chamar, digamos assim.

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",num adianta nada conquistar

",num adianta nada conquistar o mundo, conseguir entrar na UFPB e não estar bem de saúde"

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