Versos Universais VII

VERSOS UNIVERSAIS

–VII–
Que espécie de eletromagnetismo
Sobre a raça dos homens tal um tropismo
Não somente age, além disto, os deforma?
Para o ódio amar todo este potencial?
Mal que não repele, mas que atrai o mal,
Que nos induz a resistir às normas?

Ou não te abisma a forma recorrente
Como são (inter)rompidas as correntes
Nos núcleos familiares das camadas
Que numa cara-de-pau desmedida
Denominam “de força desprovidas”?..
Estará a consciência tão defasada?!

Não és capaz de sentir esta tensão
Que inteira põe toda a população,
Tal qual causticante Corona Efeito,
Contra a sua própria (r)existência amarga
Enfim liberta de suas (sobre)cargas,
Num mesmo sentido, expondo o seu peito?

Pois nada diz, nada ouve, nada exala,
Não se pronuncia: é a maioria quem cala
Conformada a força destas linhas vivas
Estendidas pela modernidade
Sobre a nossa pseudo-sociedade!
A individualidade coletiva

Aparentemente muito bonita
Coagindo os corpos a tal Parasitas
Agirem: força das maquinações
Que se têm como sendo maquiavélicas
A beirar as instruções Maquiavélicas
De poder e ética sobre as nações!

É extirpada até a luz dos gases nobres
A fim de cegar as gentes mais pobres:
Roubo que dá continuidade ao roubo,
Que torna o caos uma situação digna
Ao numa primitividade ígnea
As massas dilatar num falso arroubo!
João Pessoa - Paraíba - Brasil
Novembro de 2012 – 23h 09min

Adolfo Justino de Lima

Submited by

Jueves, Noviembre 29, 2012 - 16:55

Poesia :

Su voto: Nada (1 vote)

Adolfo

Imagen de Adolfo
Desconectado
Título: Membro
Last seen: Hace 2 años 14 semanas
Integró: 05/12/2011
Posts:
Points: 3582

Comentarios

Imagen de Adolfo

V.U. IX

Mais tarde eu posto o Oitavo (e me ponho a terminar o Nono), para o interesse ou curiosidade de quem for...

Add comment

Inicie sesión para enviar comentarios

other contents of Adolfo

Tema Título Respuestas Lecturas Último envíoordenar por icono Idioma
Poesia/Meditación Aranhas 0 6.211 04/05/2013 - 01:49 Portuguese
Poesia/Soneto Cochilo do ímpeto 1 4.396 04/04/2013 - 10:43 Portuguese
Poesia/Soneto O bem (que) teria ficado para trás 2 4.261 03/26/2013 - 18:24 Portuguese
Poesia/Soneto Tão mal, feito raro, querendo esquecer 2 5.956 03/26/2013 - 00:39 Portuguese
Poesia/Soneto Revisão de princípios – A esmo nada além de si mesmo 4 3.937 03/19/2013 - 20:58 Portuguese
Poesia/Pensamientos Rainha de copas 2 4.872 02/26/2013 - 21:55 Portuguese
Poesia/Soneto Bárbara Barbara 0 5.926 02/14/2013 - 20:44 Portuguese
Poesia/Pensamientos inSônia 0 3.649 02/14/2013 - 00:03 Portuguese
Poesia/Soneto Mikaella II 0 2.461 02/08/2013 - 17:47 Portuguese
Poesia/Erótico Três Marias 0 3.752 02/05/2013 - 18:50 Portuguese
Poesia/Dedicada Elogios 0 3.573 02/04/2013 - 17:07 Portuguese
Poesia/Soneto Vodca 0 2.926 02/01/2013 - 17:02 Portuguese
Poesia/Soneto Medo das trevas 2 3.876 01/30/2013 - 23:43 Portuguese
Poesia/Soneto Princípio da revisão de princípios 0 2.632 01/29/2013 - 16:08 Portuguese
Poesia/Tristeza Suspende in the deep 0 3.863 01/28/2013 - 20:34 Portuguese
Poesia/Soneto Espiritualidade de um fracasso 0 3.292 01/28/2013 - 20:16 Portuguese
Poesia/Erótico A Barbara Sá e Natália Melo 2 2.490 01/28/2013 - 20:09 Portuguese
Poesia/General Capitães 0 2.411 01/24/2013 - 23:39 Portuguese
Poesia/Dedicada Aurino 2 2.542 01/23/2013 - 17:20 Portuguese
Poesia/Soneto Lágrimas de orvalho 0 2.372 01/14/2013 - 20:06 Portuguese
Poesia/Dedicada Mikaella 0 2.252 01/10/2013 - 12:18 Portuguese
Poesia/Desilusión Quis 2 2.396 01/08/2013 - 20:41 Portuguese
Poesia/Soneto Meu Parnaso 0 3.665 01/08/2013 - 17:24 Portuguese
Poesia/Soneto Oração de uma vítima que faz outra 2 2.262 01/05/2013 - 21:58 Portuguese
Poesia/Soneto Familiar o estranho efeito que eu causo 0 2.128 12/31/2012 - 14:28 Portuguese