Escritas

Homem, teus textos são irreais.
São sim. Talvez, até banais.
E mesmo assim, tento fazer poesia
e, quem sabe, recontar o dia.

Homem, abusas da licença poética.
Está velha a tua estética.
Está. Mas ainda creio que em Parnasiano
seja mais fácil te dizer o quanto te amo.

Por isso, moça, verei como a Lua está bonita
e te farei outra escrita.
Uma, de que você goste.
Uma, em que eu te mostre
o afeto que te tenho
e o lugar de onde venho;
e te fale desse amor tão sincero
e do Futuro, onde te espero.

Só quero, moça bonita, fazer-te um carinho
e te chamar de benzinho.
Pouco me importa qualquer ato,
só quero te declamar pelo tato.

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Viernes, Julio 10, 2009 - 14:04

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fabiovillela

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