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Daniel
Uns olhos de criança muito abertos
Num quase temor de perguntar
Uns lábios que se franzem para chorar
“O que é que eu tenho?”
E é já terror o que te enche os olhos
E vai inundando a tua cara pálida
“O que é que eu tenho?”
Oh Daniel tanto que eu queria
Encher de beijos essa tua face,
Secar-te as lágrimas ou chorar contigo
Que não tivesses nada, nada, nada.
E de novo a tua mão procura a minha
Os teus olhos como sondas
“O que é que eu tenho?”
Ponho a minha mão sobre os teus olhos
Fico aqui contigo até dormires
Comigo rezo para que não acordes.
Porque não é justo
Porque o terror não cabe em ti, Daniel.
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Ministério da Poesia :
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