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UMA ESPERA
Todo o corpo rasga sem pressa a esperança sempre que te demoras.
Os pulsos líquidos escorrem-se pelas horas que passam.
Os cabelos caem sem cerimónia sem rasto
E os cotovelos afiam-se em protesto contra as coisas
Grandes demais
Na ausência
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terça-feira, março 29, 2011 - 09:39
Ministério da Poesia :
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