CONCURSOS:
Edite o seu Livro! A corpos editora edita todos os géneros literários. Clique aqui.
Quer editar o seu livro de Poesia? Clique aqui.
Procuram-se modelos para as nossas capas! Clique aqui.
Procuram-se atores e atrizes! Clique aqui.
Feliz como poucos …

Nada há em mim maior que eu mesmo,
Vivem em nós temores de nós mesmos,
Todos falam e eu me calo, temendo repetir
-Me nos gestos gastos, excepto no bocejo
E na gaguez do uivo que emito, dos amargos
Lobos, estes representam a minha vitalidade
Perante a exuberância da morte, basta
Que me bata na porta menos grossa
E em Teixo para não me repetir no oco
Eco, na Faia, no falo, no veto, na Ágora
E em mim mesmo, quando falo assim,
Tamanho pequeno…
Sou feliz como poucos no mundo,
O riso da minoria satisfaz-me quanto basta,
Já que a lucidez não serve todos …
Somos poucos,
Mas não menos felizes que muitos outros,
(Se me faço entender)
Durmo em meios olhos,
Sonh’os inteiros, projecto-os em telas,
Para apreciação dos leigos,
Desde todos os ângulos,
Por todas as esquinas, todos os becos,
Recolho-os sem dor, em canteiros de flores,
Semeio nas veias e no olhar vazio
Dos múltiplos sonhos meus,
Sonhados-a-meias,
Pastel na cor…cinema em ante-estreias.
Joel Matos 10/2019
Http://joel-matos.blogspot.com
Submited by
Poesia :
- Se logue para poder enviar comentários
- 6648 leituras
Add comment
other contents of Joel
| Tópico | Título | Respostas | Views |
Last Post |
Língua | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Poesia/Geral | Cumpro com rigor a derrota | 5 | 8.506 | 05/07/2026 - 17:10 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | A sismologia nos símios | 15 | 7.243 | 05/07/2026 - 17:08 | Português | |
| Poesia/Geral | Nunca tive facilidade de agradecer nad'a ninguém | 90 | 153.267 | 02/05/2026 - 19:35 | Português | |
| Poesia/Geral | Tesoureiros da luz, | 678 | 34.090 | 01/20/2026 - 17:14 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Cuido que não sei, | 180 | 315.299 | 01/18/2026 - 13:47 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Minha alma é um lego | 512 | 92.563 | 01/18/2026 - 13:44 | Português | |
| Poesia/Geral | - Papoila é nome de guerra - | 364 | 71.826 | 01/18/2026 - 13:42 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | O mar que não tem a Lua ... | 289 | 360.532 | 01/12/2026 - 12:09 | Português | |
| Poesia/Geral | A ilusão do Salmão ... | 545 | 465.839 | 01/12/2026 - 11:21 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Hino ao amanhã | 100 | 216.556 | 01/09/2026 - 11:04 | Português | |
| Poesia/Geral | Da significação aos sonhos ... | 2 | 6.987 | 01/06/2026 - 10:17 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Pedra, tesoura ou papel..."Do que era certo" | 2 | 13.430 | 01/05/2026 - 10:52 | Português | |
| Poesia/Geral | Deus Ex-Machina, “Anima Vili” ... | 13 | 10.955 | 01/04/2026 - 21:13 | Português | |
| Poesia/Geral | leve | 25 | 10.370 | 01/04/2026 - 14:16 | Português | |
| Poesia/Geral | Sou minha própria imagem, | 24 | 8.818 | 01/04/2026 - 14:15 | Português | |
| Poesia/Geral | Feliz como poucos … | 23 | 6.648 | 01/04/2026 - 14:14 | Português | |
| Poesia/Geral | A tenaz negação do eu, | 19 | 6.262 | 01/02/2026 - 21:33 | Português | |
| Poesia/Geral | “Mea Culpa” | 31 | 4.456 | 01/02/2026 - 13:21 | Português | |
| Poesia/Geral | Não entortem meu sorriso, | 20 | 6.648 | 01/02/2026 - 12:22 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Restolho Ardido… | 21 | 6.760 | 01/02/2026 - 12:21 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Incêndio é uma palavra galga | 15 | 4.451 | 01/02/2026 - 12:21 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Eis a Glande | 15 | 6.668 | 01/02/2026 - 12:20 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Do avesso | 25 | 5.309 | 12/31/2025 - 13:47 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | “Hannibal ad Portus” | 14 | 6.278 | 12/30/2025 - 11:06 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Doa a quem doa, o doer … | 67 | 6.144 | 12/30/2025 - 11:04 | Português |






Comentários
Sigamos em frente. Firmes e
Sigamos em frente.
Firmes e fortes!
Viva a escrita! Viva a poesia!!!
Sigamos em frente. Firmes e
Sigamos em frente.
Firmes e fortes!
Viva a escrita! Viva a poesia!!!
Sigamos em frente. Firmes e
Sigamos em frente.
Firmes e fortes!
Viva a escrita! Viva a poesia!!!
Sigamos em frente. Firmes e
Sigamos em frente.
Firmes e fortes!
Viva a escrita! Viva a poesia!!!
Sigamos em frente. Firmes e
Sigamos em frente.
Firmes e fortes!
Viva a escrita! Viva a poesia!!!
Nada há em mim maior que eu
Nada há em mim maior que eu mesmo,
Vivem em nós temores de nós mesmos,
Todos falam e eu me calo, temendo repetir
-Me nos gestos gastos, excepto no bocejo
E na gaguez do uivo que emito, dos amargos
Lobos, estes representam a minha vitalidade
Perante a exuberância da morte, basta
Que me bata na porta menos grossa
E em Teixo para não me repetir no oco
Eco, na Faia, no falo, no veto, na Ágora
E em mim mesmo, quando falo assim,
Tamanho pequeno…
Sou feliz como poucos no mundo,
O riso da minoria satisfaz-me quanto basta,
Já que a lucidez não serve todos …
Somos poucos,
Mas não menos felizes que muitos outros,
(Se me faço entender)
Durmo em meios olhos,
Sonh’os inteiros, projecto-os em telas,
Para apreciação dos leigos,
Desde todos os ângulos,
Por todas as esquinas, todos os becos,
Recolho-os sem dor, em canteiros de flores,
Semeio nas veias e no olhar vazio
Dos múltiplos sonhos meus,
Sonhados-a-meias,
Pastel na cor…cinema em ante-estreias.
Joel Matos 10/2019
Http://joel-matos.blogspot.com
Nada há em mim maior que eu
Nada há em mim maior que eu mesmo,
Vivem em nós temores de nós mesmos,
Todos falam e eu me calo, temendo repetir
-Me nos gestos gastos, excepto no bocejo
E na gaguez do uivo que emito, dos amargos
Lobos, estes representam a minha vitalidade
Perante a exuberância da morte, basta
Que me bata na porta menos grossa
E em Teixo para não me repetir no oco
Eco, na Faia, no falo, no veto, na Ágora
E em mim mesmo, quando falo assim,
Tamanho pequeno…
Sou feliz como poucos no mundo,
O riso da minoria satisfaz-me quanto basta,
Já que a lucidez não serve todos …
Somos poucos,
Mas não menos felizes que muitos outros,
(Se me faço entender)
Durmo em meios olhos,
Sonh’os inteiros, projecto-os em telas,
Para apreciação dos leigos,
Desde todos os ângulos,
Por todas as esquinas, todos os becos,
Recolho-os sem dor, em canteiros de flores,
Semeio nas veias e no olhar vazio
Dos múltiplos sonhos meus,
Sonhados-a-meias,
Pastel na cor…cinema em ante-estreias.
Joel Matos 10/2019
Http://joel-matos.blogspot.com
Nada há em mim maior que eu
Nada há em mim maior que eu mesmo,
Vivem em nós temores de nós mesmos,
Todos falam e eu me calo, temendo repetir
-Me nos gestos gastos, excepto no bocejo
E na gaguez do uivo que emito, dos amargos
Lobos, estes representam a minha vitalidade
Perante a exuberância da morte, basta
Que me bata na porta menos grossa
E em Teixo para não me repetir no oco
Eco, na Faia, no falo, no veto, na Ágora
E em mim mesmo, quando falo assim,
Tamanho pequeno…
Sou feliz como poucos no mundo,
O riso da minoria satisfaz-me quanto basta,
Já que a lucidez não serve todos …
Somos poucos,
Mas não menos felizes que muitos outros,
(Se me faço entender)
Durmo em meios olhos,
Sonh’os inteiros, projecto-os em telas,
Para apreciação dos leigos,
Desde todos os ângulos,
Por todas as esquinas, todos os becos,
Recolho-os sem dor, em canteiros de flores,
Semeio nas veias e no olhar vazio
Dos múltiplos sonhos meus,
Sonhados-a-meias,
Pastel na cor…cinema em ante-estreias.
Joel Matos 10/2019
Http://joel-matos.blogspot.com
Nada há em mim maior que eu
Nada há em mim maior que eu mesmo,
Vivem em nós temores de nós mesmos,
Todos falam e eu me calo, temendo repetir
-Me nos gestos gastos, excepto no bocejo
E na gaguez do uivo que emito, dos amargos
Lobos, estes representam a minha vitalidade
Perante a exuberância da morte, basta
Que me bata na porta menos grossa
E em Teixo para não me repetir no oco
Eco, na Faia, no falo, no veto, na Ágora
E em mim mesmo, quando falo assim,
Tamanho pequeno…
Sou feliz como poucos no mundo,
O riso da minoria satisfaz-me quanto basta,
Já que a lucidez não serve todos …
Somos poucos,
Mas não menos felizes que muitos outros,
(Se me faço entender)
Durmo em meios olhos,
Sonh’os inteiros, projecto-os em telas,
Para apreciação dos leigos,
Desde todos os ângulos,
Por todas as esquinas, todos os becos,
Recolho-os sem dor, em canteiros de flores,
Semeio nas veias e no olhar vazio
Dos múltiplos sonhos meus,
Sonhados-a-meias,
Pastel na cor…cinema em ante-estreias.
Joel Matos 10/2019
Http://joel-matos.blogspot.com
Nada há em mim maior que eu
Nada há em mim maior que eu mesmo,
Vivem em nós temores de nós mesmos,
Todos falam e eu me calo, temendo repetir
-Me nos gestos gastos, excepto no bocejo
E na gaguez do uivo que emito, dos amargos
Lobos, estes representam a minha vitalidade
Perante a exuberância da morte, basta
Que me bata na porta menos grossa
E em Teixo para não me repetir no oco
Eco, na Faia, no falo, no veto, na Ágora
E em mim mesmo, quando falo assim,
Tamanho pequeno…
Sou feliz como poucos no mundo,
O riso da minoria satisfaz-me quanto basta,
Já que a lucidez não serve todos …
Somos poucos,
Mas não menos felizes que muitos outros,
(Se me faço entender)
Durmo em meios olhos,
Sonh’os inteiros, projecto-os em telas,
Para apreciação dos leigos,
Desde todos os ângulos,
Por todas as esquinas, todos os becos,
Recolho-os sem dor, em canteiros de flores,
Semeio nas veias e no olhar vazio
Dos múltiplos sonhos meus,
Sonhados-a-meias,
Pastel na cor…cinema em ante-estreias.
Joel Matos 10/2019
Http://joel-matos.blogspot.com