"Mil Rosas"

"Mil Rosas"

Não me entendo,porque tento ser tão.
Nem tentar saber o que sou.
Estou novamente me afundando em tristezas,me afundando nos meus absurdos.
Olho para trás vendo meus erros,corretos.
Escorrego nas merdas,me vejo novamente em fuga.
Corro novamente no escuro,não carrego minhas alegrias,pois agora são raras e pausadamente poucas.
Vejo no meu futuro distante,uma culpa tão grande vir me atormentar.
Ah!Quem dera eu ser perfeito,mesmo com meus trejeito cantar ao longo dos campos.
E ver no mato,ser qualquer um e jogado.
Volto com a idéia de correr pelo mundo a fora ou até ir embora sem saber quando voltar.
Ainda não entendo,se vivendo ou morrendo.
Na glória de minha vitória,poderei descansar.
Tão belo é o horizonte,com lindas e errantes.
Deitar-me-ei no colo da natureza.
Descansarei no colchão de mato verde,ser beleza impropria.
Verei meu descanso no fim do arco iris.
Pois tão belas cores te completa.
Partirei como partiu todos,pois no silêncio da morte tão sorrateira venha me surpreender.
Vou derramar meu pranto,quando no meu desencanto for me deitar.
Vou fechar meus olhinhos,ser real morrer em glória.
Cantarei em meus versos discretos minha morte,meus dons,meus gesto,pois só sabe quem fui aquele que comigo viveu.
Na morte ou na vida sorria,mostrava no rosto alegria por dentro o pranto a gritar.
Hoje sem forças descrevo a todos mil rosas um poema sem declamar.

                                                                                                            Autor:Verton Brandino Da Silva
                                                                                                                           (29/08/2011)
                                                                                                                           Colatina ES
 

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Lunes, Septiembre 5, 2011 - 17:59

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