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Diacronia

tenho os dedos sujos de sangue,

como se todas as farpas,

fossem um destino nublado,

um parir desconhecido,

como se fosse verdade...

o crime que não cometi,

 

e ao pensar...sinto náuseas

de tentar entender este lamento.

 

Eduarda

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terça-feira, março 6, 2012 - 00:15

Poesia :

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Eduarda

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Última vez online: há 14 anos 2 semanas
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Comentários

imagem de MariaButterfly

Uma dor que se apodera Como

Uma dor que se apodera
Como uma farpa a pouco e pouco.

Gostei da tua poesia.

Beijo

imagem de Eduarda

deambulamos

e sentimos nos dedos as dores alheias, como se nossas.

 

bj

imagem de GIL60

Um grito lancinante...

Um grito lancinante...pela dor que o mundo sofre...

Lindo, amiga Eduarda!

Beijossmiley

imagem de Eduarda

em gritos desconvocados

em gritos desconvocados sente-se a dor do mundo.

 

e o meu sempre obrigada Amigo

 

bj

imagem de Jorge Humberto

Querida, Eduarda,

Querida, Eduarda,
 

como poetas sempre tomamos para nós todas as dores, se crime houve foi por te sentires em demasia.
Gostei muito de teu poema.
 

Beijinhos mil
Jorge Humberto

imagem de Eduarda

Querido Amigo

se não houvesse dor não existiriam poetas para as sentir.

 

e como escreveu Manuel Bandeira...estou farto da poesia que não é libertação.

 

bj

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