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Sossego esquizofrénico

 

 

 

 

 

cai a noite e um sossego esquizofrénico

entra dentro do peito,

arranhado-nos a alma.

fazendo delirar os pensamentos.

 

um canivete de gesso e metal,

corta-nos a corrente sanguínea.

amarrotando-nos a pele,

agrafando-nos a pele à mais estrondosa gargalha,

...que em tanto nos petrifica.

 

na culpa engomada da parede,

sai um sussurro visceral,

que nos torna a mente um desiquilíbrio,

num rastilho que nos inunda e nos sufoca

...no vazio pior que a morte.

 

Eduarda

Submited by

sábado, março 17, 2012 - 20:49

Poesia :

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Eduarda

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Comentários

imagem de Jorge Humberto

Minha querida, Eduarda,

Minha querida, Eduarda,

noites insones, tamanhas de desassossegos, regem nossos passos, pela calada, no silêncio que nos atormenta, como quando olhamos quadros antigos, com pregos na parede.

Sempre um prezer visitar-te, ler e comentar o que de ti vais escrevendo e me encanta.

Beijinhos mil
Jorge Humberto

imagem de natalianuno

A noite se dilui lenta quando

A noite se dilui lenta quando os pensamentos mais nos apoquentam,

os passos tornam-se incertos e as sombras nos perseguem.

Com prazer sempre te leio.

bj

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