CONCURSOS:

Edite o seu Livro! A corpos editora edita todos os géneros literários. Clique aqui.
Quer editar o seu livro de Poesia?  Clique aqui.
Procuram-se modelos para as nossas capas! Clique aqui.
Procuram-se atores e atrizes! Clique aqui.

 

Formiga

Da Dama Última vestida inteira de noite
Para o despeito do Sol que as costas castiga
Vim a este mundo sendo a discreta formiga
Que salva as rosas do vento tal qual um açoite:
Vim evitar que um homem o outro açoite
Sempre que um homem ao outro se amiga.

Não, eu não marcho sem rumo pelo mundo.
Eu sigo através de todas as rotas,
Arrastando comigo as criaturas mortas
Para além das profundezas sem fundo
Que os que se dizem vivos “submundo”
Chamam, burros de suas vis vidas tortas...

Sigo com todos os meus pés descalços.
Seguimos de uma quase igualitária
Forma em nossa marcha totalitária,
Sem nada esquecer, tudo isto aos pedaços,
Eu, eu mesmo e meu outro eu no compasso
Desta sinergia mental extraordinária!

E nós fingimos um no outro esbarrar;
Enganamos os que não têm leitura
Abrindo os olhos para à noite escura
Enxergar tal se não fosse a os cegar
A luz que alto brilha, as nos castigar:
Luz (tão cinicamente) terna e pura.
26 de outubro de 2012 – 11h 22min
João Pessoa  -  Paraíba  -  Brasil

Adolfo J. de Lima

Submited by

sexta-feira, outubro 26, 2012 - 14:58

Poesia :

Your rating: None (1 vote)

Adolfo

imagem de Adolfo
Offline
Título: Membro
Última vez online: há 2 anos 15 semanas
Membro desde: 05/12/2011
Conteúdos:
Pontos: 3582

Comentários

imagem de Adolfo

A intenção é esta ser a

A intenção é esta ser a primeira parte de algumas... Vejamos o que acontece, então! =D

imagem de Adolfo

Terceira estrofe saindo!

Terceira estrofe saindo!

imagem de Adolfo

Quarta estrofe já foi: rumo a

Quarta estrofe já foi: rumo a quinta!

imagem de Adolfo

A quinta terá de esperar até

A quinta terá de esperar até depois do meu almoço rsrsrsrs
Formigas também se alimentam! kkkkk

Add comment

Se logue para poder enviar comentários

other contents of Adolfo

Tópico Título Respostas Views Last Postícone de ordenação Língua
Poesia/Meditação Aranhas 0 6.225 04/05/2013 - 01:49 Português
Poesia/Soneto Cochilo do ímpeto 1 4.422 04/04/2013 - 10:43 Português
Poesia/Soneto O bem (que) teria ficado para trás 2 4.271 03/26/2013 - 18:24 Português
Poesia/Soneto Tão mal, feito raro, querendo esquecer 2 5.962 03/26/2013 - 00:39 Português
Poesia/Soneto Revisão de princípios – A esmo nada além de si mesmo 4 3.944 03/19/2013 - 20:58 Português
Poesia/Pensamentos Rainha de copas 2 4.908 02/26/2013 - 21:55 Português
Poesia/Soneto Bárbara Barbara 0 5.955 02/14/2013 - 20:44 Português
Poesia/Pensamentos inSônia 0 3.666 02/14/2013 - 00:03 Português
Poesia/Soneto Mikaella II 0 2.465 02/08/2013 - 17:47 Português
Poesia/Erótico Três Marias 0 3.754 02/05/2013 - 18:50 Português
Poesia/Dedicado Elogios 0 3.581 02/04/2013 - 17:07 Português
Poesia/Soneto Vodca 0 2.932 02/01/2013 - 17:02 Português
Poesia/Soneto Medo das trevas 2 3.878 01/30/2013 - 23:43 Português
Poesia/Soneto Princípio da revisão de princípios 0 2.641 01/29/2013 - 16:08 Português
Poesia/Tristeza Suspende in the deep 0 3.874 01/28/2013 - 20:34 Português
Poesia/Soneto Espiritualidade de um fracasso 0 3.313 01/28/2013 - 20:16 Português
Poesia/Erótico A Barbara Sá e Natália Melo 2 2.499 01/28/2013 - 20:09 Português
Poesia/Geral Capitães 0 2.419 01/24/2013 - 23:39 Português
Poesia/Dedicado Aurino 2 2.552 01/23/2013 - 17:20 Português
Poesia/Soneto Lágrimas de orvalho 0 2.376 01/14/2013 - 20:06 Português
Poesia/Dedicado Mikaella 0 2.255 01/10/2013 - 12:18 Português
Poesia/Desilusão Quis 2 2.414 01/08/2013 - 20:41 Português
Poesia/Soneto Meu Parnaso 0 3.673 01/08/2013 - 17:24 Português
Poesia/Soneto Oração de uma vítima que faz outra 2 2.266 01/05/2013 - 21:58 Português
Poesia/Soneto Familiar o estranho efeito que eu causo 0 2.149 12/31/2012 - 14:28 Português