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A OBRA NUA

17
Modifico o projeto. Desfaço
arestas ao desencanto
das fronteiras. Idealizo retornos
na complexidade das fugas
entre bravos olhares para trás.

Modifico a aspereza do elemento
no significado aprimorado
da tormenta. Na condição
adversa do planeta. Na situação
incontroversa de ser você.

Modifico o que está pronto
e na incerteza do retorno
entorno o líquido sobre o solo.

(A marca do sapato solidifica
o embate entre a pausa e a pressa).

(Pedro Du Bois, em A OBRA NUA, 2º Ato, fragmento)

Submited by

quarta-feira, julho 15, 2009 - 02:04

Poesia :

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PedroDuBois

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Comentários

imagem de Henrique

Re: A OBRA NUA

O poeta não pára, é escultor de utopias!!!

:-)

imagem de PedroDuBois

Re: A OBRA NUA

Grato, Henrique, pela sua leitura. Abraços, Pedro.

imagem de Conchinha

Re: A OBRA NUA

"Modifico a aspereza do elemento
no significado aprimorado
da tormenta. Na condição
adversa do planeta. Na situação
incontroversa de ser você."

Gostei. É para ler e reler, tal é a (des)construção.

Abraço

imagem de PedroDuBois

Re: A OBRA NUA

Caríssimo conchinha,
A Obra Nua me é cara, porque - entendo - densa: palavras, construção, desconstrução.
Agradeço suas palavras,
Abraços,
Pedro.

imagem de KeilaPatricia

Re: A OBRA NUA

Execelnte construção...

:-)

imagem de PedroDuBois

Re: A OBRA NUA

Grato, Keila. Tenho esse trabalho com um dos meus preferidos. Porque denso. Foi uma experiência que me tomou bastante tempo: um poema em 4 atos, com entreatos e cantos. Abraços, Pedro.

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