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Esquecer
Choremos toda morte,
fado da má sorte
que subtraí o Homem,
seu tempo e seu norte.
Choremos em cada ausência,
o fim d'alguma essência.
São elos partidos
em tempos perdidos.
De tudo só restará
uma frágil lembrança,
uma trêmula esperança
de que outra vida nascerá.
Mas ainda que nova vida
justifique a morte havida,
que não seja esquecida
a última lágrima sofrida.
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terça-feira, dezembro 21, 2010 - 21:56
Poesia :
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