DANOS
Memórias de luas,
Amores que se forma perdas
Extraviados por dúvidas e dissabores
Caminhos que se distanciam,
Desgarrados pelos desamores
Retalhando os retalhos do peito
Já desfeito em agonia
No cruzar dos verbos,
No sangrar das almas,
O tesouro celeste
Silenciando o verbo
Pra amenizar a sofreguidão
S'expandindo largamente
Até o espaço não ter mais tempo.

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Monday, June 29, 2009 - 22:36
Poesia :
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Comments
Re: DANOS
Memórias de luas a silenciar o verbo ser!!!
:-)