Nada que seja sobrenatural

No céu, um vôo silencioso
Duma ave que não sei qual
Aqui, um trânsito tão ruidoso
Nada que seja sobrenatural

Quem me dera que nesta hora
Pudesse eu estar numa roça
Com os pés do lado de fora
Sem tristeza nem nada de fossa

Amanhã teremos um novo dia
Como sempre sem muita novidade
Mais cedo o guizado da Abadia
De noite o forró da Piedade

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Tuesday, March 15, 2011 - 07:59

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Agnaldo_Costa

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