CONCURSOS:
Edite o seu Livro! A corpos editora edita todos os géneros literários. Clique aqui.
Quer editar o seu livro de Poesia? Clique aqui.
Procuram-se modelos para as nossas capas! Clique aqui.
Procuram-se atores e atrizes! Clique aqui.
Eis a Glande

Eis a glande
Eis a inflamada, a grande e mais infame raiva d’sempre,
As pedras de calçada podem nem ter nome, religião,
Trás ou frente mas possuem cólera tal como gente,
raiva, não fingem ser cegas, são cegas, mesmo cegas
Por profissão, fé, seja o que for, dois olhos sem nascença
Nem descendência de nobre infante, eis a glande vesga,
Pedra polmes branda, branca igual a cal da sé na parede,
Eis a grande confissão do pároco, a farsa do confidente,
Recluso de batina frouxa assim como essa coisa ruim, roxa
Que é a benção ou o perdão que espaço não tem em mim,
Caso perdoasse alguém não seria ao espirito Santo, eis a séria,
A grande, a maior hipocrisia de sempre, a mágoa de haver
Sido Santo ou Pai sem sentido de estado, a humilhação
Dos mansos no primeiro acto, como um reprovável revólver
Apontado à cabeça, a quem chamaremos de Deus para
Vigiar as portas da reitoria, as sombras veladas, a boca
Fechada e a glande inflamada dum frade sem forma,
Eis a grande farsa, nunca uma vara direita uniu dois
Pontos opostos, o servo e o dono da cela, o manso
E o jactante, sete pedras curvas e grossas numa mão …
Joel Matos ( Janeiro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
Submited by
Ministério da Poesia :
- Se logue para poder enviar comentários
- 6221 leituras
Add comment
other contents of Joel
| Tópico | Título | Respostas | Views |
Last Post |
Língua | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Poesia/Geral | Cumpro com rigor a derrota | 5 | 7.386 | 05/07/2026 - 17:10 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | A sismologia nos símios | 15 | 7.088 | 05/07/2026 - 17:08 | Português | |
| Poesia/Geral | Nunca tive facilidade de agradecer nad'a ninguém | 90 | 147.200 | 02/05/2026 - 19:35 | Português | |
| Poesia/Geral | Tesoureiros da luz, | 678 | 32.301 | 01/20/2026 - 17:14 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Cuido que não sei, | 180 | 303.563 | 01/18/2026 - 13:47 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Minha alma é um lego | 512 | 91.034 | 01/18/2026 - 13:44 | Português | |
| Poesia/Geral | - Papoila é nome de guerra - | 364 | 70.453 | 01/18/2026 - 13:42 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | O mar que não tem a Lua ... | 289 | 346.220 | 01/12/2026 - 12:09 | Português | |
| Poesia/Geral | A ilusão do Salmão ... | 545 | 449.822 | 01/12/2026 - 11:21 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Hino ao amanhã | 100 | 210.974 | 01/09/2026 - 11:04 | Português | |
| Poesia/Geral | Da significação aos sonhos ... | 2 | 6.737 | 01/06/2026 - 10:17 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Pedra, tesoura ou papel..."Do que era certo" | 2 | 13.271 | 01/05/2026 - 10:52 | Português | |
| Poesia/Geral | Deus Ex-Machina, “Anima Vili” ... | 13 | 10.563 | 01/04/2026 - 21:13 | Português | |
| Poesia/Geral | leve | 25 | 9.732 | 01/04/2026 - 14:16 | Português | |
| Poesia/Geral | Sou minha própria imagem, | 24 | 8.445 | 01/04/2026 - 14:15 | Português | |
| Poesia/Geral | Feliz como poucos … | 23 | 6.279 | 01/04/2026 - 14:14 | Português | |
| Poesia/Geral | A tenaz negação do eu, | 19 | 6.038 | 01/02/2026 - 21:33 | Português | |
| Poesia/Geral | “Mea Culpa” | 31 | 4.235 | 01/02/2026 - 13:21 | Português | |
| Poesia/Geral | Não entortem meu sorriso, | 20 | 6.545 | 01/02/2026 - 12:22 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Restolho Ardido… | 21 | 6.495 | 01/02/2026 - 12:21 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Incêndio é uma palavra galga | 15 | 4.388 | 01/02/2026 - 12:21 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Eis a Glande | 15 | 6.221 | 01/02/2026 - 12:20 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Do avesso | 25 | 5.058 | 12/31/2025 - 13:47 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | “Hannibal ad Portus” | 14 | 5.908 | 12/30/2025 - 11:06 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Doa a quem doa, o doer … | 67 | 5.881 | 12/30/2025 - 11:04 | Português |






Comentários
Eis a glande Eis a inflamada,
Eis a glande
Eis a inflamada, a grande e mais infame raiva d’sempre,
As pedras de calçada podem nem ter nome, religião,
Trás ou frente mas possuem cólera tal como gente,
raiva, não fingem ser cegas, são cegas, mesmo cegas
Por profissão, fé, seja o que for, dois olhos sem nascença
Nem descendência de nobre infante, eis a glande vesga,
Pedra polmes branda, branca igual a cal da sé na parede,
Eis a grande confissão do pároco, a farsa do confidente,
Recluso de batina frouxa assim como essa coisa ruim, roxa
Que é a benção ou o perdão que espaço não tem em mim,
Caso perdoasse alguém não seria ao espirito Santo, eis a séria,
A grande, a maior hipocrisia de sempre, a mágoa de haver
Sido Santo ou Pai sem sentido de estado, a humilhação
Dos mansos no primeiro acto, como um reprovável revólver
Apontado à cabeça, a quem chamaremos de Deus para
Vigiar as portas da reitoria, as sombras veladas, a boca
Fechada e a glande inflamada dum frade sem forma,
Eis a grande farsa, nunca uma vara direita uniu dois
Pontos opostos, o servo e o dono da cela, o manso
E o jactante, sete pedras curvas e grossas numa mão …
Joel Matos ( Janeiro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
Eis a glande Eis a inflamada,
Eis a glande
Eis a inflamada, a grande e mais infame raiva d’sempre,
As pedras de calçada podem nem ter nome, religião,
Trás ou frente mas possuem cólera tal como gente,
raiva, não fingem ser cegas, são cegas, mesmo cegas
Por profissão, fé, seja o que for, dois olhos sem nascença
Nem descendência de nobre infante, eis a glande vesga,
Pedra polmes branda, branca igual a cal da sé na parede,
Eis a grande confissão do pároco, a farsa do confidente,
Recluso de batina frouxa assim como essa coisa ruim, roxa
Que é a benção ou o perdão que espaço não tem em mim,
Caso perdoasse alguém não seria ao espirito Santo, eis a séria,
A grande, a maior hipocrisia de sempre, a mágoa de haver
Sido Santo ou Pai sem sentido de estado, a humilhação
Dos mansos no primeiro acto, como um reprovável revólver
Apontado à cabeça, a quem chamaremos de Deus para
Vigiar as portas da reitoria, as sombras veladas, a boca
Fechada e a glande inflamada dum frade sem forma,
Eis a grande farsa, nunca uma vara direita uniu dois
Pontos opostos, o servo e o dono da cela, o manso
E o jactante, sete pedras curvas e grossas numa mão …
Joel Matos ( Janeiro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
Eis a glande Eis a inflamada,
Eis a glande
Eis a inflamada, a grande e mais infame raiva d’sempre,
As pedras de calçada podem nem ter nome, religião,
Trás ou frente mas possuem cólera tal como gente,
raiva, não fingem ser cegas, são cegas, mesmo cegas
Por profissão, fé, seja o que for, dois olhos sem nascença
Nem descendência de nobre infante, eis a glande vesga,
Pedra polmes branda, branca igual a cal da sé na parede,
Eis a grande confissão do pároco, a farsa do confidente,
Recluso de batina frouxa assim como essa coisa ruim, roxa
Que é a benção ou o perdão que espaço não tem em mim,
Caso perdoasse alguém não seria ao espirito Santo, eis a séria,
A grande, a maior hipocrisia de sempre, a mágoa de haver
Sido Santo ou Pai sem sentido de estado, a humilhação
Dos mansos no primeiro acto, como um reprovável revólver
Apontado à cabeça, a quem chamaremos de Deus para
Vigiar as portas da reitoria, as sombras veladas, a boca
Fechada e a glande inflamada dum frade sem forma,
Eis a grande farsa, nunca uma vara direita uniu dois
Pontos opostos, o servo e o dono da cela, o manso
E o jactante, sete pedras curvas e grossas numa mão …
Joel Matos ( Janeiro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
Eis a glande Eis a inflamada,
Eis a glande
Eis a inflamada, a grande e mais infame raiva d’sempre,
As pedras de calçada podem nem ter nome, religião,
Trás ou frente mas possuem cólera tal como gente,
raiva, não fingem ser cegas, são cegas, mesmo cegas
Por profissão, fé, seja o que for, dois olhos sem nascença
Nem descendência de nobre infante, eis a glande vesga,
Pedra polmes branda, branca igual a cal da sé na parede,
Eis a grande confissão do pároco, a farsa do confidente,
Recluso de batina frouxa assim como essa coisa ruim, roxa
Que é a benção ou o perdão que espaço não tem em mim,
Caso perdoasse alguém não seria ao espirito Santo, eis a séria,
A grande, a maior hipocrisia de sempre, a mágoa de haver
Sido Santo ou Pai sem sentido de estado, a humilhação
Dos mansos no primeiro acto, como um reprovável revólver
Apontado à cabeça, a quem chamaremos de Deus para
Vigiar as portas da reitoria, as sombras veladas, a boca
Fechada e a glande inflamada dum frade sem forma,
Eis a grande farsa, nunca uma vara direita uniu dois
Pontos opostos, o servo e o dono da cela, o manso
E o jactante, sete pedras curvas e grossas numa mão …
Joel Matos ( Janeiro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
Eis a glande Eis a inflamada,
Eis a glande
Eis a inflamada, a grande e mais infame raiva d’sempre,
As pedras de calçada podem nem ter nome, religião,
Trás ou frente mas possuem cólera tal como gente,
raiva, não fingem ser cegas, são cegas, mesmo cegas
Por profissão, fé, seja o que for, dois olhos sem nascença
Nem descendência de nobre infante, eis a glande vesga,
Pedra polmes branda, branca igual a cal da sé na parede,
Eis a grande confissão do pároco, a farsa do confidente,
Recluso de batina frouxa assim como essa coisa ruim, roxa
Que é a benção ou o perdão que espaço não tem em mim,
Caso perdoasse alguém não seria ao espirito Santo, eis a séria,
A grande, a maior hipocrisia de sempre, a mágoa de haver
Sido Santo ou Pai sem sentido de estado, a humilhação
Dos mansos no primeiro acto, como um reprovável revólver
Apontado à cabeça, a quem chamaremos de Deus para
Vigiar as portas da reitoria, as sombras veladas, a boca
Fechada e a glande inflamada dum frade sem forma,
Eis a grande farsa, nunca uma vara direita uniu dois
Pontos opostos, o servo e o dono da cela, o manso
E o jactante, sete pedras curvas e grossas numa mão …
Joel Matos ( Janeiro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
Eis a glande Eis a inflamada,
Eis a glande
Eis a inflamada, a grande e mais infame raiva d’sempre,
As pedras de calçada podem nem ter nome, religião,
Trás ou frente mas possuem cólera tal como gente,
raiva, não fingem ser cegas, são cegas, mesmo cegas
Por profissão, fé, seja o que for, dois olhos sem nascença
Nem descendência de nobre infante, eis a glande vesga,
Pedra polmes branda, branca igual a cal da sé na parede,
Eis a grande confissão do pároco, a farsa do confidente,
Recluso de batina frouxa assim como essa coisa ruim, roxa
Que é a benção ou o perdão que espaço não tem em mim,
Caso perdoasse alguém não seria ao espirito Santo, eis a séria,
A grande, a maior hipocrisia de sempre, a mágoa de haver
Sido Santo ou Pai sem sentido de estado, a humilhação
Dos mansos no primeiro acto, como um reprovável revólver
Apontado à cabeça, a quem chamaremos de Deus para
Vigiar as portas da reitoria, as sombras veladas, a boca
Fechada e a glande inflamada dum frade sem forma,
Eis a grande farsa, nunca uma vara direita uniu dois
Pontos opostos, o servo e o dono da cela, o manso
E o jactante, sete pedras curvas e grossas numa mão …
Joel Matos ( Janeiro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
, a boca Fechada e a glande
, a boca
Fechada e a glande inflamada dum frade sem forma,
Eis a grande farsa
, a boca Fechada e a glande
, a boca
Fechada e a glande inflamada dum frade sem forma,
Eis a grande farsa
, a boca Fechada e a glande
, a boca
Fechada e a glande inflamada dum frade sem forma,
Eis a grande farsa
, a boca Fechada e a glande
, a boca
Fechada e a glande inflamada dum frade sem forma,
Eis a grande farsa