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A sismologia nos símios

 A sismologia dos Símios

ou a Cola do Tempo

Eu queria ter sido os outros,
Que fazem poesia de frase certa
Como quem charrua o tempo, grada
E cola o espaço à terra, o eco grave

Sem ser por motivo algum, algo
Dimétrico, o mero perecer das coisas,
O enlouquecer, a perspetiva, o dever mudo,
São a cola do tempo, o orgasmo,

A simbiose dos símios nos primatas,
Que somos nós hoje, o simples
Entediamento dos homens, eu queria
Ter sido dos outros sítios fragmento

De manto em forma e textura e sentir
A sintomatologia dos sítios por onde
Passa a fé humana, do pó à pedra, à lâmina,
A sismologia dos símios em monarcas,

Tendo nas mãos não ceptros, mas pás
Eólicas de moinhos de vento, paz …
Eu queria ter sido dos outros, Seixos
Que partem para a guerra vesgos, cegos

Culpados de serem chama sem terem fúria
Ao lado dos outros que vêm das guelras,
O sustento, o tempo, o gozo a cola e os planos,
O X fundamental que é o da vitória

De humano contra humano, a história
Do tempo, pequena, concisa e a cola
Que cola o espaço ao eco, à Terra
Incorpórea, errante e cansada.

Jorge Santos (12 Dezembro 2020)

https://namastibet.wordpress.com

http://namastibetpoems.blogspot.com

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sábado, janeiro 2, 2021 - 18:11

Ministério da Poesia :

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Joel

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A sismologia dos Símios ou a

A sismologia dos Símios

ou a Cola do Tempo

Eu queria ter sido os outros,
Que fazem poesia de frase certa
Como quem charrua o tempo, grada
E cola o espaço à terra, o eco grave

Sem ser por motivo algum, algo
Dimétrico, o mero perecer das coisas,
O enlouquecer, a perspetiva, o dever mudo,
São a cola do tempo, o orgasmo,

A simbiose dos símios nos primatas,
Que somos nós hoje, o simples
Entediamento dos homens, eu queria
Ter sido dos outros sítios fragmento

De manto em forma e textura e sentir
A sintomatologia dos sítios por onde
Passa a fé humana, do pó à pedra, à lâmina,
A sismologia dos símios em monarcas,

Tendo nas mãos não ceptros, mas pás
Eólicas de moinhos de vento, paz …
Eu queria ter sido dos outros, Seixos
Que partem para a guerra vesgos, cegos

Culpados de serem chama sem terem fúria
Ao lado dos outros que vêm das guelras,
O sustento, o tempo, o gozo a cola e os planos,
O X fundamental que é o da vitória

De humano contra humano, a história
Do tempo, pequena, concisa e a cola
Que cola o espaço ao eco, à Terra
Incorpórea, errante e cansada.

Jorge Santos (12 Dezembro 2020)

https://namastibet.wordpress.com

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A sismologia dos Símios ou a

A sismologia dos Símios

ou a Cola do Tempo

Eu queria ter sido os outros,
Que fazem poesia de frase certa
Como quem charrua o tempo, grada
E cola o espaço à terra, o eco grave

Sem ser por motivo algum, algo
Dimétrico, o mero perecer das coisas,
O enlouquecer, a perspetiva, o dever mudo,
São a cola do tempo, o orgasmo,

A simbiose dos símios nos primatas,
Que somos nós hoje, o simples
Entediamento dos homens, eu queria
Ter sido dos outros sítios fragmento

De manto em forma e textura e sentir
A sintomatologia dos sítios por onde
Passa a fé humana, do pó à pedra, à lâmina,
A sismologia dos símios em monarcas,

Tendo nas mãos não ceptros, mas pás
Eólicas de moinhos de vento, paz …
Eu queria ter sido dos outros, Seixos
Que partem para a guerra vesgos, cegos

Culpados de serem chama sem terem fúria
Ao lado dos outros que vêm das guelras,
O sustento, o tempo, o gozo a cola e os planos,
O X fundamental que é o da vitória

De humano contra humano, a história
Do tempo, pequena, concisa e a cola
Que cola o espaço ao eco, à Terra
Incorpórea, errante e cansada.

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Eu queria ter sido os outros,
Que fazem poesia de frase certa
Como quem charrua o tempo, grada
E cola o espaço à terra, o eco grave

Sem ser por motivo algum, algo
Dimétrico, o mero perecer das coisas,
O enlouquecer, a perspetiva, o dever mudo,
São a cola do tempo, o orgasmo,

A simbiose dos símios nos primatas,
Que somos nós hoje, o simples
Entediamento dos homens, eu queria
Ter sido dos outros sítios fragmento

De manto em forma e textura e sentir
A sintomatologia dos sítios por onde
Passa a fé humana, do pó à pedra, à lâmina,
A sismologia dos símios em monarcas,

Tendo nas mãos não ceptros, mas pás
Eólicas de moinhos de vento, paz …
Eu queria ter sido dos outros, Seixos
Que partem para a guerra vesgos, cegos

Culpados de serem chama sem terem fúria
Ao lado dos outros que vêm das guelras,
O sustento, o tempo, o gozo a cola e os planos,
O X fundamental que é o da vitória

De humano contra humano, a história
Do tempo, pequena, concisa e a cola
Que cola o espaço ao eco, à Terra
Incorpórea, errante e cansada.

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Eu queria ter sido os outros,
Que fazem poesia de frase certa
Como quem charrua o tempo, grada
E cola o espaço à terra, o eco grave

Sem ser por motivo algum, algo
Dimétrico, o mero perecer das coisas,
O enlouquecer, a perspetiva, o dever mudo,
São a cola do tempo, o orgasmo,

A simbiose dos símios nos primatas,
Que somos nós hoje, o simples
Entediamento dos homens, eu queria
Ter sido dos outros sítios fragmento

De manto em forma e textura e sentir
A sintomatologia dos sítios por onde
Passa a fé humana, do pó à pedra, à lâmina,
A sismologia dos símios em monarcas,

Tendo nas mãos não ceptros, mas pás
Eólicas de moinhos de vento, paz …
Eu queria ter sido dos outros, Seixos
Que partem para a guerra vesgos, cegos

Culpados de serem chama sem terem fúria
Ao lado dos outros que vêm das guelras,
O sustento, o tempo, o gozo a cola e os planos,
O X fundamental que é o da vitória

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Que cola o espaço ao eco, à Terra
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Eu queria ter sido os outros,
Que fazem poesia de frase certa
Como quem charrua o tempo, grada
E cola o espaço à terra, o eco grave

Sem ser por motivo algum, algo
Dimétrico, o mero perecer das coisas,
O enlouquecer, a perspetiva, o dever mudo,
São a cola do tempo, o orgasmo,

A simbiose dos símios nos primatas,
Que somos nós hoje, o simples
Entediamento dos homens, eu queria
Ter sido dos outros sítios fragmento

De manto em forma e textura e sentir
A sintomatologia dos sítios por onde
Passa a fé humana, do pó à pedra, à lâmina,
A sismologia dos símios em monarcas,

Tendo nas mãos não ceptros, mas pás
Eólicas de moinhos de vento, paz …
Eu queria ter sido dos outros, Seixos
Que partem para a guerra vesgos, cegos

Culpados de serem chama sem terem fúria
Ao lado dos outros que vêm das guelras,
O sustento, o tempo, o gozo a cola e os planos,
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Que cola o espaço ao eco, à Terra
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Que fazem poesia de frase certa
Como quem charrua o tempo, grada
E cola o espaço à terra, o eco grave

Sem ser por motivo algum, algo
Dimétrico, o mero perecer das coisas,
O enlouquecer, a perspetiva, o dever mudo,
São a cola do tempo, o orgasmo,

A simbiose dos símios nos primatas,
Que somos nós hoje, o simples
Entediamento dos homens, eu queria
Ter sido dos outros sítios fragmento

De manto em forma e textura e sentir
A sintomatologia dos sítios por onde
Passa a fé humana, do pó à pedra, à lâmina,
A sismologia dos símios em monarcas,

Tendo nas mãos não ceptros, mas pás
Eólicas de moinhos de vento, paz …
Eu queria ter sido dos outros, Seixos
Que partem para a guerra vesgos, cegos

Culpados de serem chama sem terem fúria
Ao lado dos outros que vêm das guelras,
O sustento, o tempo, o gozo a cola e os planos,
O X fundamental que é o da vitória

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E cola o espaço à terra, o eco grave

Sem ser por motivo algum, algo
Dimétrico, o mero perecer das coisas,
O enlouquecer, a perspetiva, o dever mudo,
São a cola do tempo, o orgasmo,

A simbiose dos símios nos primatas,
Que somos nós hoje, o simples
Entediamento dos homens, eu queria
Ter sido dos outros sítios fragmento

De manto em forma e textura e sentir
A sintomatologia dos sítios por onde
Passa a fé humana, do pó à pedra, à lâmina,
A sismologia dos símios em monarcas,

Tendo nas mãos não ceptros, mas pás
Eólicas de moinhos de vento, paz …
Eu queria ter sido dos outros, Seixos
Que partem para a guerra vesgos, cegos

Culpados de serem chama sem terem fúria
Ao lado dos outros que vêm das guelras,
O sustento, o tempo, o gozo a cola e os planos,
O X fundamental que é o da vitória

De humano contra humano, a história
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Que cola o espaço ao eco, à Terra
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Sem ser por motivo algum, algo
Dimétrico, o mero perecer das coisas,
O enlouquecer, a perspetiva, o dever mudo,
São a cola do tempo, o orgasmo,

A simbiose dos símios nos primatas,
Que somos nós hoje, o simples
Entediamento dos homens, eu queria
Ter sido dos outros sítios fragmento

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A sintomatologia dos sítios por onde
Passa a fé humana, do pó à pedra, à lâmina,
A sismologia dos símios em monarcas,

Tendo nas mãos não ceptros, mas pás
Eólicas de moinhos de vento, paz …
Eu queria ter sido dos outros, Seixos
Que partem para a guerra vesgos, cegos

Culpados de serem chama sem terem fúria
Ao lado dos outros que vêm das guelras,
O sustento, o tempo, o gozo a cola e os planos,
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Dimétrico, o mero perecer das coisas,
O enlouquecer, a perspetiva, o dever mudo,
São a cola do tempo, o orgasmo,

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Que somos nós hoje, o simples
Entediamento dos homens, eu queria
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A sintomatologia dos sítios por onde
Passa a fé humana, do pó à pedra, à lâmina,
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Tendo nas mãos não ceptros, mas pás
Eólicas de moinhos de vento, paz …
Eu queria ter sido dos outros, Seixos
Que partem para a guerra vesgos, cegos

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Ao lado dos outros que vêm das guelras,
O sustento, o tempo, o gozo a cola e os planos,
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Dimétrico, o mero perecer das coisas,
O enlouquecer, a perspetiva, o dever mudo,
São a cola do tempo, o orgasmo,

A simbiose dos símios nos primatas,
Que somos nós hoje, o simples
Entediamento dos homens, eu queria
Ter sido dos outros sítios fragmento

De manto em forma e textura e sentir
A sintomatologia dos sítios por onde
Passa a fé humana, do pó à pedra, à lâmina,
A sismologia dos símios em monarcas,

Tendo nas mãos não ceptros, mas pás
Eólicas de moinhos de vento, paz …
Eu queria ter sido dos outros, Seixos
Que partem para a guerra vesgos, cegos

Culpados de serem chama sem terem fúria
Ao lado dos outros que vêm das guelras,
O sustento, o tempo, o gozo a cola e os planos,
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