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Parabolé

Jovem alfabético de língua difusa
Tens vontade de tornar-se maior?
Como os gigantes monstros da antiguidade
Como o mar atlântico textual
Ora poderoso, ora confuso
No amor do oceânico ser
Em algum pedaço de chão em giz;
Giz não
Esse apaga com garoas da tarde

Outros vieram como tu
Eram apenas pontas de dedos com unhas
Ligadas ao ventre da tinta

Serás vida quando alguma inocente criança
Soletrar-te em voz alta!
E pularás nos jardins dos cérebros
Feito lebre solta
Ou bebê que engatinha de mansinho

Nos parágrafos terás que refletir seu futuro
E acordar livre e renovado
Sem perder seu nome
E suas vidas deixadas para trás

No fim de alguma estória assinarás um ponto apenas,
Mas não morrerás aí
Para continuar noutro papel

Outra vida sua
Tua vida outra de quem te cria.
Diria frases textos rimas peças
Diria algo,
Mas seria apenas poesia

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segunda-feira, outubro 10, 2011 - 16:03

Poesia :

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Alcantra

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Grato pelo inteligente

Grato pelo inteligente comentário e pela dica do livro.

Um grande abraço,

Alcantra

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